Como gerenciar coletadores em campo: guia prático de escala, rota e controle

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A gestão de coletadores em campo é um dos maiores gargalos operacionais de laboratórios que oferecem coleta domiciliar e rotas Lab2Lab (transporte de amostras entre um laboratório cliente e um centro de processamento, também chamado de NOC). O volume cresce – o Grupo Sabin registrou alta de 25% no atendimento domiciliar entre 2024 e 2025 – mas a maioria das equipes ainda controla escala por planilha, confirma coleta por WhatsApp e descobre os problemas quando o paciente já ligou reclamando.

Este guia mostra como estruturar o controle de equipe de coleta domiciliar na prática: como montar escala, distribuir rotas, monitorar coletadores em campo e registrar comprovante de cada atendimento – tanto nas coletas domiciliares quanto nas rotas entre laboratórios e centros de processamento (NOCs).

O que é, de fato, gerenciar coletadores em campo

Gerenciar coletadores em campo não é só controlar quem foi aonde. É garantir que cada coleta aconteça na janela certa, com a amostra em condições adequadas, e que o laboratório tenha registro rastreável de cada etapa – da saída até a entrega no ponto de processamento.

Na prática, o coordenador de campo opera com cinco responsabilidades simultâneas:

  • Escala: quem trabalha, em qual turno, cobrindo quais regiões
  • Distribuição: quais coletas cada coletador recebe e em que sequência
  • Monitoramento: onde cada coletador está e se está no tempo previsto
  • Comprovação: registro de que a coleta foi realizada (ou que houve ocorrência)
  • Indicadores: coletas por coletador, taxa de recoleta, atrasos por rota

Quando qualquer uma dessas responsabilidades é feita de forma manual ou fragmentada, o custo aparece em recoleta, SLA (prazo ou nível de serviço acordado em contrato) perdido com convênios e reclamação de paciente. Segundo a Revista Brasileira de Análises Clínicas (RBAC), de 40% a 70% de todos os erros laboratoriais ocorrem na fase pré-analítica – a mesma fase que o coletador em campo protagoniza.

Como montar a escala diária sem improviso

A escala de coleta domiciliar tem uma particularidade que diferencia do despacho de entregas comuns: a janela de coleta é biologicamente restrita. A maior parte dos exames exige coleta em jejum – o pico de demanda se concentra entre 06h e 10h. Depois disso, a janela fecha para a maioria dos exames.

Isso significa que a escala precisa ser construída no dia anterior, não no início do turno.

Passo a passo para montar a escala diária

  1. Consolide os agendamentos do dia seguinte até as 18h do dia anterior. Qualquer agendamento que entrar depois vai para um coletador de cobertura ou para o ciclo seguinte.
  2. Agrupe os endereços por região geográfica. Coletas próximas ficam no mesmo coletador – isso reduz deslocamento e aumenta o número de atendimentos por turno.
  3. Defina a sequência por janela de horário combinada com o paciente. Coletas com horário fixo (idosos, pacientes crônicos, convênios com SLA definido) entram primeiro. As demais preenchem o espaço restante.
  4. Atribua coletador de acordo com cobertura geográfica e capacidade do turno. Coletador a pé ou de moto atende raio menor, mas com agilidade em zona densa. Coletador de carro cobre distâncias maiores com maior capacidade de transporte de caixa térmica.
  5. Reserve margem de 15-20% da capacidade de cada coletador para imprevistos. Paciente ausente, coleta extra no turno ou ocorrência de recoleta precisam de espaço na escala.

Laboratórios que montam escala no dia anterior reduzem o tempo de briefing matinal de 30-40 minutos para menos de 10 minutos. O coletador sai com rota pronta no app, sem depender de ligação para saber o próximo endereço.

Quer ver como uma plataforma de orquestração operacional estrutura essa etapa na prática? Fale com um especialista da Vuupt.

Como distribuir rotas para coletadores em campo

Distribuição de rota é o passo que mais impacta a produtividade do coletador. Uma rota mal distribuída pode fazer com que um coletador percorra 40 km para realizar 6 coletas, enquanto outro faria 10 coletas no mesmo percurso.

Critérios práticos de distribuição

Critério O que considerar na prática
Distância entre pontos Coletas em raio de até 2 km devem ficar no mesmo coletador, sempre que possível
Janela de horário Coletas com horário fixo entram primeiro na sequência da rota
Tipo de amostra Coletas que exigem temperatura controlada não devem ficar para o fim da rota – a janela de estabilidade da amostra é limitada
Capacidade de carga Cada coletador tem limite de tubos transportáveis com segurança – não sobrecarregar sem verificar capacidade
Ponto de entrega Lab2Lab A rota deve passar pelo posto de coleta (PSC) ou NOC antes do horário de corte de envio – esse horário não negocia

O erro mais comum na distribuição manual

Distribuir na ordem de agendamento, não por proximidade geográfica. Quando a escala é montada na sequência em que os pacientes agendaram, o coletador faz uma rota em zigue-zague pela cidade. O resultado é desgaste, atraso e custo por coleta mais alto.

A sequência certa considera: primeiro localização, depois janela de horário, por último a ordem de agendamento.

Como monitorar coletadores em campo durante o turno

Monitoramento de equipe de coleta domiciliar não é rastrear por rastrear. É ter visibilidade para tomar ação antes que o problema afete o paciente ou o SLA do convênio.

As perguntas que o coordenador precisa conseguir responder a qualquer momento do turno:

  • Quais coletadores já iniciaram a rota e quais estão atrasados?
  • Qual coletador está no ponto atual e quando chega no próximo?
  • Alguma coleta está fora da janela de tempo prevista?
  • Houve alguma ocorrência registrada – paciente ausente, acesso negado, amostra insuficiente?

Checklist mínimo do coletador em campo

  1. Check-in na chegada ao endereço – registra hora e localização no ponto
  2. Confirmação de dados do paciente – nome, data de nascimento e exames solicitados antes de iniciar a coleta
  3. Registro de ocorrência, se houver – paciente ausente, recusa, jejum não cumprido
  4. Comprovante digital da coleta – foto da amostra identificada, assinatura do paciente ou código de confirmação
  5. Check-out com quantidade de tubos coletados – base para rastrear divergência entre o que foi coletado e o que chegou ao laboratório

Esse checklist precisa ser executado via app, não via WhatsApp. Mensagem de texto não tem rastreabilidade, não tem timestamp confiável e não alimenta nenhum indicador automaticamente.

Como comprovar cada coleta: domiciliar e Lab2Lab

A comprovação de coleta tem impacto direto em duas frentes: qualidade da amostra e cumprimento de SLA com convênio.

A RDC 302/2005 da ANVISA responsabiliza o laboratório pela rastreabilidade desde a coleta até a realização do exame, incluindo o transporte. Isso abrange: hora da coleta, condição da amostra e responsável pela execução. Documentação em papel não garante rastreabilidade adequada em auditoria ou contestação de convênio.

Comprovação na coleta domiciliar

  • Foto da(s) amostra(s) identificada(s) com etiqueta do paciente
  • Assinatura digital do paciente ou responsável
  • Registro de horário com geolocalização
  • Confirmação de condição da amostra – volume, hemólise visível, temperatura do kit

Comprovação na rota Lab2Lab

Na rota Lab2Lab – quando o coletador transporta amostras de um laboratório cliente para um NOC – a comprovação tem uma camada adicional: a entrega precisa ser rastreável na ponta de destino, não só na de origem.

  • Registro de saída do laboratório de origem com quantidade de amostras
  • Horário e temperatura no início do transporte
  • Confirmação de recebimento no NOC com quantidade, horário e nome do responsável
  • Registro de divergência se houver diferença entre o que saiu e o que chegou

Segundo o Benchmarking de Indicadores Laboratoriais da ControlLab (2022), a mediana de recoletas nos laboratórios brasileiros ficou em 0,7% dos pacientes atendidos. Os 25% melhores laboratórios mantiveram índice abaixo de 0,4%. Falhas no transporte e na identificação de amostras estão entre as causas mais frequentes – e são controláveis com processo de comprovação estruturado.

Quais indicadores acompanhar para medir produtividade do coletador

Produtividade de coletador em campo não é só “quantas coletas fez”. É a combinação de volume, qualidade e cumprimento de janela.

Indicador O que mede Referência
Coletas por coletador/turno Capacidade produtiva da equipe Definir baseline interno por modalidade
Taxa de coleta no horário % coletas dentro da janela combinada com o paciente > 90% para coletas com horário fixo
Taxa de recoleta % amostras rejeitadas ou coletas repetidas por falha < 0,4% (top quartil – ControlLab, 2022)
Taxa de ausência do paciente % visitas sem atendimento por paciente não encontrado Monitorar tendência – sinaliza problema no agendamento
Tempo médio entre coletas Eficiência de deslocamento e permanência no ponto Benchmarkar internamente por região e turno
Tempo de transporte até o NOC Tempo entre a saída do laboratório cliente e a entrega das amostras no NOC Conforme SLA contratado – geralmente 24h para baixa complexidade

Para acompanhar esses números, os dados precisam vir direto do campo – não de relatório preenchido manualmente ao final do turno. Relatório manual tem viés de seleção e chega tarde demais para qualquer ação corretiva.

Como a gestão muda nas rotas Lab2Lab

Rota Lab2Lab tem diferenças operacionais relevantes em relação à coleta domiciliar. Não é só “ir buscar amostra em outro laboratório”.

O mercado de apoio laboratorial no Brasil cresce a uma média de 10% ao ano nos últimos cinco a sete anos, segundo executivo da Dasa. Laboratórios de médio porte percebem que processar exames em players maiores traz eficiência que não conseguem com estrutura própria. Isso significa que a demanda por rotas Lab2Lab tende a crescer antes de diminuir.

O que o coordenador precisa controlar de forma diferente nas rotas Lab2Lab:

  • Horário de corte do NOC: o NOC tem janela fixa de recebimento por complexidade de exame. Amostra que chega depois do corte vai para o processamento do dia seguinte, comprometendo o prazo de resultado.
  • Múltiplos laboratórios clientes na mesma rota: o coletador pode passar por 3 a 5 laboratórios antes de chegar ao NOC. O planejamento precisa garantir que o tempo de transporte total não exceda a janela de estabilidade de nenhuma das amostras coletadas.
  • Controle de temperatura com registro rastreável: a RDC 302/2005 exige transporte em recipiente isotérmico com condições de temperatura garantidas desde a coleta até o processamento. Isso precisa de registro, não de palavra do coletador.
  • Confirmação de volumes em cada ponto: divergência entre o que o laboratório cliente enviou e o que o NOC recebeu é frequente quando não há comprovação digital em cada parada da rota.

Como uma plataforma de orquestração estrutura essa operação

Planilha e WhatsApp funcionam até certo ponto. Quando a operação passa de 3 coletadores ou 20 coletas diárias, a gestão manual começa a gerar erros que o coordenador não consegue controlar em tempo real.

A Vuupt é uma plataforma de orquestração operacional que conecta as cinco etapas da gestão de campo em laboratórios: planejar a escala, distribuir as rotas, monitorar a equipe, comprovar cada coleta e integrar os dados com o LIS (sistema de informação laboratorial) ou ERP do laboratório. O coletador usa o app no celular. O coordenador acompanha o painel em tempo real. Cada check-in, ocorrência e comprovante vai automaticamente para o histórico – sem precisar consolidar planilha no final do turno.

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Perguntas frequentes sobre gestão de coletadores em campo

O LIS já faz o agendamento das coletas. Preciso de uma plataforma de campo além disso?

O LIS gerencia o ciclo do exame – do pedido médico ao resultado. Ele não foi desenvolvido para controlar o que acontece entre o agendamento e a chegada da amostra ao laboratório: rota do coletador, confirmação em campo com geolocalização, comprovante rastreável e registro de ocorrência em tempo real. As duas camadas são complementares. Uma plataforma de orquestração de campo integra com o LIS para puxar os agendamentos e devolve os dados de execução já estruturados.

Como saber se o coletador seguiu a rota planejada?

Com rastreamento via app, o coordenador acompanha a posição em tempo real e compara o percurso realizado com a rota planejada. Desvios e pontos não visitados ficam registrados com timestamp – o que permite identificar padrões (coletador que consistentemente atrasa em determinada região, rota com tempo fora do previsto) e agir com ajuste de escala ou treinamento antes do problema virar reclamação.

O que fazer quando o paciente não está em casa no horário agendado?

O coletador precisa registrar a ocorrência no app – não por WhatsApp – com horário, geolocalização e foto da tentativa. Isso garante rastreabilidade para o laboratório e base para reagendamento ou cobrança de taxa de deslocamento, se aplicável. Sem registro estruturado, o laboratório não tem como provar a tentativa de atendimento em caso de contestação do paciente ou do convênio.

Como controlar a temperatura das amostras durante o transporte Lab2Lab?

Além do recipiente isotérmico exigido pela RDC 302/2005, o controle operacional eficiente inclui: registro de temperatura no início do transporte, alertas configuráveis por tempo máximo de transporte para cada tipo de amostra, e confirmação de condição na entrega ao NOC. Uma plataforma de campo permite registrar esses dados como checklist obrigatório na rota – o coletador não avança para o próximo passo sem preencher cada campo.

Quando faz sentido automatizar a roteirização das coletas?

A partir do momento em que o coordenador passa mais de 30 minutos por dia montando escala ou redistribuindo coletas durante o turno, a roteirização manual está consumindo tempo que deveria ir para gestão. O ponto crítico costuma aparecer entre 15 e 25 coletas diárias com dois ou mais coletadores. Acima disso, a variabilidade de endereços e janelas de horário torna a otimização manual ineficiente e sujeita a erros que custam mais do que a ferramenta.

SLA de Coleta Domiciliar: como calcular e monitorar no laboratório

coletador laboratorial chegando a uma residência com maleta térmica e tablet

O SLA de coleta domiciliar define os parâmetros de prazo e qualidade que um laboratório precisa cumprir em cada visita ao paciente – desde a confirmação do agendamento até a entrega da amostra na unidade. Para laboratórios credenciados a operadoras de saúde, esse SLA não é apenas um indicador operacional: é um requisito de permanência no contrato. A ANS, pela RN 566/2022, estabelece prazo máximo de 3 dias úteis entre a solicitação do beneficiário e a realização do serviço laboratorial. Descumprir esse limite expõe o laboratório a penalidades e, em casos recorrentes, ao descredenciamento.

O impacto financeiro é mensurável. As glosas no setor atingiram 17% dos valores faturados no primeiro trimestre de 2025, recorde histórico segundo o Observatório ANAHP. As reclamações de descredenciamento na ANS triplicaram nos últimos três anos. Ao mesmo tempo, o volume de coletas domiciliares cresceu: segundo o 7º Painel Abramed (2025), o setor realizou mais de 1 bilhão de exames diagnósticos em 2024, crescimento de 15,7% sobre o ano anterior, com o canal domiciliar puxando parte relevante desse resultado. Mais volume sem processo de monitoramento significa mais exposição a falhas de SLA. Este artigo mostra como calcular e monitorar esse indicador na prática.

O que é SLA de coleta domiciliar e por que ele afeta o credenciamento?

O SLA (Service Level Agreement) de coleta domiciliar é o conjunto de metas que define se uma operação de coleta fora da unidade física está dentro do acordado com o paciente e com a operadora. Ele começa no agendamento e termina no recebimento confirmado da amostra no laboratório.

Quando esse SLA não é monitorado, as consequências são concretas:

  • Glosas por não conformidade de prazo: operadoras recusam o pagamento quando a coleta ocorre fora da janela agendada ou sem comprovação adequada.
  • Descredenciamento por falha reiterada: o contrato entre operadora e prestador, obrigatório desde a RN 503/2022 da ANS, deve conter cláusulas de penalidade por descumprimento de obrigações. Falhas documentadas acumulam passivo contratual.
  • Risco de acreditação: o programa PALC (SBPC/ML), com 148 requisitos distribuídos em 10 categorias, avalia diretamente o cumprimento de prazos na fase pré-analítica – que inclui a coleta domiciliar.

Um laboratório que fatura R$ 600 mil por mês com convênios e sofre taxa de glosa de 27% perde cerca de R$ 162 mil mensais. O SLA não documentado é a causa mais comum de glosa indevida aceita – porque sem dado, não há defesa.

Quais são os indicadores do SLA laboratorial em coleta domiciliar?

Um SLA de coleta domiciliar cobre três momentos da operação: agendamento, execução e resultado. Cada momento tem indicadores próprios.

Fase 1 – Agendamento

Indicador O que mede Meta referência de mercado
Tempo de confirmação Intervalo entre solicitação e confirmação ao paciente Até 24 horas
Janela de atendimento Amplitude do bloco horário oferecido Blocos de 2 horas (prática das grandes redes)
Taxa de disponibilidade % de solicitações com agenda disponível em até 48h Acima de 95%

Fase 2 – Execução

Indicador O que mede Meta referência de mercado
OTD (On-Time Delivery) % de coletas realizadas dentro da janela agendada Acima de 90%
Taxa de não comparecimento operacional % de agendamentos não cumpridos por falha da equipe Abaixo de 3%
Taxa de recoleta % de amostras rejeitadas por problema na coleta Abaixo de 2%

Fase 3 – Resultado

Indicador O que mede Meta referência de mercado
TAT pré-analítico Tempo entre coleta e chegada da amostra no laboratório Conforme contrato com operadora
Taxa de rastreabilidade % de amostras com cadeia de custódia documentada 100%
POD (Proof of Delivery) Comprovante digital gerado no momento da coleta 100% das visitas

O OTD e a taxa de recoleta são os indicadores com impacto direto no relacionamento com operadoras. A RDC 978/2025 da ANVISA, que substituiu a RDC 786/2023, reforça a exigência de rastreabilidade e documentação para todos os serviços de coleta domiciliar.

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Como calcular o SLA de coleta domiciliar passo a passo?

O cálculo começa no registro dos eventos. Sem timestamps confiáveis, não há indicador – há apenas estimativa.

Passo 1 – Mapeie os eventos com timestamp

Cada etapa da coleta precisa gerar um registro automático no momento em que ocorre:

  • T0 – Horário de recebimento da solicitação
  • T1 – Horário de confirmação do agendamento ao paciente
  • T2 – Início da janela agendada
  • T3 – Chegada do coletador ao endereço
  • T4 – Coleta realizada e POD emitido
  • T5 – Entrega da amostra no laboratório

O problema mais comum em laboratórios sem processo estruturado é a ausência de T3 e T4. A chegada e o comprovante são eventos gerados no campo – e sem aplicativo ou sistema de rastreamento, eles não existem nos dados.

Passo 2 – Calcule os indicadores principais

Com os timestamps registrados, os cálculos são diretos:

OTD = (coletas realizadas dentro da janela / total de coletas agendadas) x 100

Taxa de recoleta = (amostras rejeitadas por falha na coleta / total de amostras coletadas) x 100

TAT pré-analítico = T5 - T4

Tempo de confirmação = T1 - T0

Passo 3 – Estabeleça metas e tolerâncias

As metas derivam dos contratos com cada operadora. O piso regulatório é a janela de 3 dias úteis da ANS (RN 566/2022). Na prática, as grandes redes laboratoriais operam com blocos de 2 horas e metas internas de OTD acima de 90%.

Além da meta, defina a tolerância – o desvio aceitável antes de gerar alerta. Uma coleta realizada 20 minutos após o fim da janela pode não gerar penalidade contratual, mas deve acionar comunicação ativa ao paciente. Tolerância sem ação de contorno é apenas registro de falha.

Passo 4 – Segmente os dados para encontrar causas

Um único número de OTD esconde causas distintas. Segmente por:

  • Região ou CEP de atendimento
  • Coletador ou equipe
  • Faixa horária (matutino x vespertino)
  • Tipo de exame – exames com restrição de jejum exigem pontualidade maior
  • Canal de agendamento (app, telefone, operadora)

Um OTD de 85% pode ser 95% no período matutino e 60% no vespertino. A causa pode ser roteirização inadequada – não falta de pessoal. Sem segmentação, o diagnóstico errado leva à corretiva errada.

Como monitorar o SLA de coleta domiciliar em tempo real?

Calcular o SLA no final do mês é auditar. A diferença entre auditoria e monitoramento é que o monitoramento ainda pode intervir antes que o paciente seja impactado.

O monitoramento em tempo real exige três componentes operando de forma integrada.

Registro no campo

O coletador registra cada evento via aplicativo no momento em que ocorre: chegada ao endereço, coleta realizada, saída com a amostra. Sem esse registro automático, os dados são reconstituídos manualmente – e dados reconstituídos não são confiáveis para gestão de SLA.

Visibilidade centralizada na Torre de Controle

A Torre de Controle reúne todos os agendamentos do dia em um painel com status em tempo real: agendado, em rota, coletado, entregue. Qualquer divergência entre o horário previsto e o status atual gera alerta. O supervisor identifica o problema e aciona a corretiva antes que a janela expire.

Despacho automatizado

O despacho automatizado elimina a distribuição manual de agendamentos entre coletadores. Com base no endereço, horário e perfil do exame, o sistema aloca a coleta ao coletador mais adequado e ajusta as rotas conforme o avanço do dia. Isso reduz o tempo ocioso entre visitas e aumenta a capacidade operacional sem ampliar o quadro.

Esses três componentes operam dentro da lógica de orquestração operacional da coleta domiciliar: Planejar as rotas – Distribuir os agendamentos – Monitorar a execução – Comprovar com POD digital – Integrar os dados ao laboratório e à operadora.

O que fazer quando o indicador de coleta laboratorial está abaixo da meta?

Quando um indicador fica abaixo da meta por mais de um ciclo de monitoramento, a causa raramente é única. O diagnóstico segue três camadas:

Camada 1 – Execução: o problema está no campo? Verifique OTD por coletador, taxa de não comparecimento e ocorrências registradas. Coletadores com OTD consistentemente abaixo da média indicam necessidade de treinamento ou realinhamento de rota – não necessariamente mais contratações.

Camada 2 – Planejamento: o problema está na roteirização? Analise o TAT pré-analítico e a distribuição geográfica dos agendamentos por turno. Janelas de 2 horas são inviáveis se o coletador tem 8 visitas com deslocamentos de 40 minutos entre elas.

Camada 3 – Processo de coleta: o problema está na amostra? Taxa de recoleta acima de 2% indica falha técnica – tubos incorretos, preparo inadequado do paciente ou erro de identificação. Esses problemas afetam o TAT total e geram custo duplo: a recoleta em si e o impacto no laudo.

Ponto de atenção: cada camada tem uma ação corretiva distinta. Tratar todas como “falta de pessoal” é o erro mais comum – e o que mais atrasa a solução.

FAQ sobre SLA de coleta domiciliar

Qual é o prazo máximo de SLA de coleta domiciliar exigido pela ANS?

A RN 566/2022 da ANS define 3 dias úteis como prazo máximo entre a solicitação do beneficiário e a realização do serviço laboratorial em regime ambulatorial. Esse é o limite regulatório mínimo. Contratos com operadoras específicas frequentemente estabelecem prazos menores, podendo chegar a 24 ou 48 horas dependendo do perfil do plano.

O descumprimento do SLA de coleta domiciliar pode causar descredenciamento?

Sim. O contrato entre operadora e prestador, obrigatório desde a RN 503/2022, deve conter cláusulas de penalidade por descumprimento de obrigações. Descumprimentos documentados e reclamações de beneficiários acumulam passivo que pode levar à suspensão ou rescisão contratual. As reclamações de descredenciamento na ANS triplicaram nos últimos três anos.

O que é POD e por que é obrigatório na coleta domiciliar?

POD (Proof of Delivery) é o comprovante digital emitido no momento da coleta. Ele registra data, hora, endereço, identificação do coletador e dados da amostra. É a evidência que o laboratório apresenta em caso de contestação de glosa ou reclamação do paciente. Sem POD, não há como demonstrar que a coleta ocorreu dentro do prazo contratado.

Quais programas de acreditação avaliam o tempo de coleta domiciliar?

O PALC (SBPC/ML), com 148 requisitos em 10 categorias, avalia o cumprimento de prazos na fase pré-analítica, que inclui a coleta domiciliar. O DICQ (SBAC), baseado na ISO 15189, realiza auditorias anuais com indicadores de desempenho. A ONA oferece três níveis de acreditação com requisitos progressivos de monitoramento. A ANS reconhece esses programas via QUALISS (RN 510/2022), e laboratórios acreditados podem receber reajuste de remuneração mais favorável no Fator de Qualidade.

Como as glosas se relacionam com o SLA laboratorial?

Glosas por não conformidade de prazo ocorrem quando a operadora identifica que a coleta foi realizada fora da janela acordada ou sem evidência documental adequada. Com taxa de glosa de 17% dos valores faturados no 1T 2025 (Observatório ANAHP), laboratórios sem monitoramento sistemático de SLA e sem POD digital não têm base para contestar as glosas indevidamente aplicadas.

Como organizar rotas de coleta domiciliar e reduzir custo por coleta

Uma profissional de saúde sorridente com uniforme branco e luvas azuis, segurando uma maleta de equipamentos, caminha pela calçada para atender um idoso que a cumprimenta na porta de casa.

O Relatório da Administração do Grupo Fleury (2024) registra crescimento de 20,4% no atendimento móvel no ano, canal que já representa 7,6% da receita total do grupo. No Grupo Sabin, o atendimento domiciliar cresceu 25% só entre 2024 e 2025, segundo a CEO Lídia Abdalla em entrevista à Exame em fevereiro de 2026. O canal cresce. A estrutura operacional, na maioria dos laboratórios, não acompanhou.

A roteirização de coleta domiciliar é o processo de planejar, distribuir e monitorar as rotas dos coletadores de forma que cada atendimento ocorra dentro da janela agendada, com o menor deslocamento necessário e com registro completo de cada etapa. Sem essa estrutura, o laboratório opera com escala linear: mais coletas equivalem a mais coletadores, mais combustível e mais risco de SLA (prazo ou nível de serviço acordado em contrato) comprometido. Com estrutura, a mesma equipe atende mais pacientes sem perda de qualidade analítica.

Por que o volume de coleta domiciliar cresceu mas o custo por coleta não caiu?

A maior parte dos laboratórios com coleta domiciliar organiza as rotas por WhatsApp ou planilha. O coletador sai com uma lista de endereços, define a sequência por conta própria e retorna ao laboratório ou ao PSC (posto de coleta) ao final do turno. O coordenador só sabe o que aconteceu depois que o coletador reporta.

O resultado prático é que o custo por coleta não tem onde cair. Rotas sem otimização desperdiçam até 28% do tempo e combustível, segundo levantamento sobre logística de última milha publicado pela consultoria Quatenus. Cada quilômetro percorrido sem atendimento é custo puro. Cada reagendamento por ausência do paciente é custo redobrado. E cada amostra que ultrapassa a janela de 2 horas para centrifugação, recomendada pela SBPC/ML (Sociedade Brasileira de Patologia Clínica / Medicina Laboratorial) e pelo CLSI, é um risco analítico que pode se tornar recoleta.

O volume cresce porque a demanda existe. O custo permanece alto porque a operação não tem governança.

O que compõe o custo real por coleta domiciliar?

Para reduzir o custo por coleta, é preciso primeiro decompô-lo. A maioria dos laboratórios mede só o combustível. Os itens abaixo são tão relevantes quanto:

Componente O que gera custo Controlável por roteirização?
Combustível e deslocamento Quilometragem desnecessária entre coletas Sim
Tempo improdutivo Espera, reagendamento, ausência do paciente Parcialmente
Recoleta Amostra rejeitada por falha logística (temperatura, prazo) Sim, pela janela de rota
Penalidade de SLA Glosa por não comprovação de janela com convênio Sim, pelo registro digital
Hora extra Rota mal planejada que estende o turno Sim
Manutenção de frota Quilometragem excessiva por rota ineficiente Sim

As glosas no setor de saúde suplementar atingiram 17% dos valores faturados no primeiro trimestre de 2025, recorde histórico segundo o Observatório ANAHP. A causa mais comum de glosa aceita sem contestação é a ausência de comprovação documental. Sem rastreamento da rota, o laboratório não tem evidência de que a coleta ocorreu dentro da janela acordada.

Como estruturar a roteirização de coleta domiciliar: as 5 etapas

A estrutura abaixo segue o modelo de orquestração operacional que a Vuupt aplica em laboratórios com coleta domiciliar. Cada etapa tem um propósito específico e uma consequência direta no custo por coleta.

Etapa 1

Planejar com as restrições reais da coleta laboratorial

A roteirização de coleta domiciliar tem restrições que a logística de entrega de produto não tem. A principal é a janela de jejum: a maioria dos pacientes disponível entre 06h e 10h. Isso significa que todos os agendamentos concorrem pelo mesmo bloco de tempo. Sem planejamento, os coletadores ficam ociosos à tarde e sobrecarregados de manhã.

O planejamento precisa considerar:

  • Janela de atendimento por paciente (não só endereço)
  • Tipo de exame e necessidade de jejum
  • Capacidade real de cada coletador (coletas/turno considerando tempo de atendimento e deslocamento)
  • Ponto de partida e retorno (PSC, hub logístico ou base)
  • Zona geográfica para evitar cruzamentos de rota entre coletadores
Etapa 2

Distribuir coletas por coletador respeitando capacidade e zona

A distribuição manual é a principal fonte de ineficiência. Quando o coordenador distribui por WhatsApp, ele não tem visibilidade da carga real de cada coletador nem da distância entre os pontos. O resultado é desequilíbrio: um coletador com 12 coletas no mesmo bairro enquanto outro faz 6 coletas dispersas pela cidade.

A distribuição otimizada leva em conta: número de coletas por coletador, distância total da rota, sequência que respeita as janelas de atendimento e restrições de capacidade da bolsa térmica de transporte.


Etapa 3

Monitorar o campo em tempo real

Sem visibilidade em tempo real, o coordenador só descobre o problema quando o coletador reporta. Um atraso que começa na segunda coleta pode comprometer as seis seguintes se não for tratado no momento. Com monitoramento ativo, o coordenador vê desvios de rota, paradas não planejadas e atrasos antes que virem SLA perdido.

Etapa 4

Comprovar cada coleta com registro rastreável

A comprovação é o que separa a operação que aguenta uma auditoria da que não aguenta. Para laboratórios credenciados a convênios, o registro de data, hora e localização de cada coleta é a única evidência que contesta uma notificação de SLA. Sem isso, a glosa é aceita por padrão.

O registro mínimo por coleta deve conter: hora exata de chegada, localização geográfica, identidade do coletador, número do pedido ou requisição e confirmação do paciente. Em coletas com amostras de maior complexidade, foto da amostra coletada e checklist de acondicionamento.

Etapa 5

Integrar o fluxo ao LIS e ao registro regulatório

A etapa que fecha o ciclo. O registro da coleta no campo precisa alimentar o LIS (sistema de informação laboratorial) sem retrabalho manual. Cada coleta sem integração é uma entrada manual — fonte de erro e de atraso no processamento. A integração também é o caminho para cumprir a RDC 978/2025 sem criar novos processos de registro paralelos.

A Vuupt estrutura as 5 etapas da orquestração operacional de coleta domiciliar: do planejamento de rota com janelas de atendimento até a comprovação rastreável por coletador, com integração ao LIS via API.

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O que a RDC 978/2025 muda na operação de coleta domiciliar

A RDC 978/2025 da ANVISA, vigente desde junho de 2025, revogou a RDC 786/2023 e ampliou as exigências de rastreabilidade para laboratórios clínicos. Para operações de coleta domiciliar, os impactos diretos são:

  • Rastreabilidade digital obrigatória desde a coleta até a emissão do laudo, com registros auditáveis
  • Coletas externas e domiciliares com exigências específicas de controle, registro e rastreabilidade
  • Cadeia de custódia documentada no transporte, em conformidade com a RDC 504/2021
  • Identificação obrigatória de data e horário da coleta em cada amostra

Um laboratório que opera com registro manual ou apenas por WhatsApp está, tecnicamente, em não conformidade com a norma vigente. A rastreabilidade exigida não é satisfeita por anotações no caderno do coletador nem por prints de conversa.

O que os dados de grandes laboratórios revelam sobre roteirização

O Grupo Fleury descreve explicitamente, em seu Relatório da Administração 2024, o uso de inteligência artificial para “melhora de roteirização de atendimento móvel com aumento de disponibilidade de agendas de coletores”. Em outras palavras, o Fleury usa roteirização como alavanca de capacidade, não só de custo.

A Beep Saúde, healthtech com mais de 50.000 atendimentos domiciliares por mês, deixou registrado em seu posicionamento público que considera sua operação “50% healthtech e 50% logística”, usando indicadores de performance de logística para otimizar rotas. A empresa recebeu aporte de R$ 100 milhões em setembro de 2024, com valuation de R$ 1,2 bilhão. A integração com API de roteirização gerou aumento de 20% a 30% na produtividade, segundo dados da Geoambiente.

Operações de coleta domiciliar que tratam logística como secundária deixam dinheiro na rota.

O Grupo Sabin abriu sua primeira unidade digital em setembro de 2025, com 90 metros quadrados, contra os 200-300 metros quadrados do formato tradicional. O modelo pressupõe que a coleta domiciliar seja eficiente o suficiente para substituir parcialmente o fluxo presencial. Isso só funciona quando as rotas são estruturadas.

Como reduzir o custo por coleta: por onde começar

A sequência abaixo é um ponto de partida prático para laboratórios que ainda não têm roteirização estruturada:

  1. Meça o baseline. Calcule o número de coletas por coletador por dia e o custo médio (combustível + hora do coletador) por coleta. Sem esse número, é impossível saber se qualquer mudança gerou resultado.
  2. Mapeie o desperdício de deslocamento. Solicite ao coletador que registre o trajeto por uma semana. Plotar os pontos em mapa revela cruzamentos de rota e retornos desnecessários que somados podem representar 1-2h de tempo improdutivo por dia.
  3. Organize por zona antes de otimizar por tempo. A primeira divisão deve ser geográfica: cada coletador cobre uma área. Isso elimina cruzamentos e reduz deslocamento médio antes de qualquer software.
  4. Implante comprovação digital antes de escalar. Qualquer expansão de coletas domiciliares sem registro rastreável aumenta o passivo regulatório e o risco de glosas. O registro digital tem que vir antes do crescimento de volume.
  5. Revise as janelas de atendimento com os convênios. Janelas rígidas de 30 minutos em horário de pico concentram agendamentos e forçam desvios de rota. Janelas de 60-90 minutos permitem rotas mais eficientes sem comprometer o SLA contratual.

Laboratórios que combinam roteirização com sistema de gestão de frotas obtêm redução de 12% a 18% nos custos operacionais totais, segundo levantamento do E-Commerce Brasil. A partir de uma determinada escala de coletas por mês, a redução de custo por coleta paga o investimento em plataforma no primeiro trimestre.

Se sua operação de coleta domiciliar cresceu nos últimos dois anos mas o custo por coleta não caiu, o problema está na estrutura da rota, não no tamanho da equipe.

Fale com um especialista

Perguntas frequentes sobre roteirização de coleta domiciliar

Qual é um número razoável de coletas por coletador por dia em coleta domiciliar?

Depende da densidade dos agendamentos e da zona de atuação. Em áreas urbanas com boa concentração de pontos, uma operação estruturada com roteirização por janela de tempo consegue entre 10 e 18 coletas por coletador por turno de manhã. Sem roteirização, a média tende a ficar entre 6 e 10, com grande variação entre coletadores. A janela de jejum (06h-10h) é o gargalo principal: toda a demanda se concentra em 4 horas, o que exige planejamento preciso para distribuir os agendamentos sem criar ociosidade ou sobrecarga.

Meu LIS já registra as coletas. Preciso de outro sistema?

O LIS (sistema de informação laboratorial) registra o pedido, a amostra e o resultado. Ele não planeja rotas, não distribui coletas por coletador, não monitora o campo em tempo real e não gera a comprovação de janela de atendimento exigida pela ANS. São funções complementares, não sobrepostas. A integração entre os dois sistemas via API é o que elimina o lançamento manual: a coleta comprovada no campo alimenta o LIS automaticamente, sem retrabalho na recepção.

A RDC 978/2025 exige algum software específico para rastrear coletas domiciliares?

Não nomeia software específico. Ela exige que haja registros auditáveis digitais desde a coleta até o laudo, com cadeia de custódia documentada. Qualquer sistema que gere esse registro de forma verificável atende ao requisito. O ponto crítico é que registros em papel e prints de WhatsApp não satisfazem a exigência de rastreabilidade digital auditável prevista na norma.

Quando vale contratar mais coletadores versus otimizar as rotas atuais?

A regra prática: otimize primeiro. Se a operação atual tem menos de 10-12 coletas por coletador por dia em horário de manhã, o problema é de rota, não de headcount. Contratar mais coletadores sem estruturar as rotas replica o desperdício em maior escala. O momento de contratar é quando a operação já está otimizada e o volume de agendamentos ultrapassa a capacidade real da equipe com rotas eficientes.

Como calcular se a roteirização paga o investimento em plataforma?

O cálculo mais direto usa três variáveis: custo atual por coleta (combustível + hora do coletador), projeção de redução com roteirização (12-18% em custos operacionais, conforme benchmarks do setor) e volume mensal de coletas. Se o laboratório realiza 500 coletas por mês com custo médio de R$ 35 por coleta, o gasto mensal é R$ 17.500. Uma redução de 15% representa R$ 2.625 por mês. Esse é o piso de retorno antes de considerar a redução de glosas, que pode ser ainda mais relevante dependendo do volume de convênios.

Sete fatores para escolher tecnologia nas operações de entrega

Gestores observam painel digital com ícones de tecnologia e frota de entrega

Na última década, presenciamos uma transformação silenciosa na logística. À medida que as operações de entrega se tornam mais complexas e as expectativas dos clientes avançam, a necessidade de estrutura deixa de ser teórica e se torna prática. Em nossa experiência na Vuupt, entendemos que operações externas não falham por esforço – mas sim por falta de estrutura clara, governança e integração de dados. Neste artigo, compartilhamos o que realmente deve ser avaliado ao escolher tecnologia para as operações de entrega, indo além do superficial.

O que define a escolha certa?

A tecnologia certa é aquela que articula planejamento, execução e análise de dados sem ruídos, reduz riscos de SLA e potencializa a governança. Vamos abordar os sete fatores fundamentais que devem orientar sua decisão:

Estrutura é o fio condutor entre sua frota e o sucesso operacional.

1. Estrutura do modelo operacional

O primeiro passo é refletir sobre o modelo de orquestração operacional. Evitamos olhar para recursos isolados. Organizamos sempre nossa análise por modelo de execução estruturada: planejar, distribuir, monitorar, comprovar e integrar. Só assim é possível garantir previsibilidade e domínio do processo.

  • Planejamento: roteiro otimizado com restrições reais
  • Distribuição: despacho automático para equipes de campo
  • Monitoramento: torre de controle em tempo real
  • Comprovação: registros digitais completos
  • Integração: comunicação nativa com ERP, TMS, WMS e plataformas de e-commerce

Esse modelo é a espinha dorsal dos projetos de sucesso que acompanhamos na Vuupt.

2. Visibilidade em tempo real

Não basta rastrear veículos. Buscamos sistemas que fornecem visibilidade total, incluindo status de cada entrega, desvios de rota e execuções concretas de campo. “Controle é mais do que saber onde está um veículo. É saber exatamente quem fez, onde, e como cada entrega foi concluída.” Em nossos projetos, percebemos que a visibilidade direta elimina a suposição e reduz significativamente o retrabalho.

3. Comprovação digital e rastreabilidade

Em nossas conversas com clientes de segmentos sensíveis como saúde, indústria e varejo, comprovantes digitais são um divisor de águas. Assinaturas, fotos e localizações garantem rastreabilidade e apoiam em auditorias, SLAs e resoluções de disputas.

Comprovação digital não é detalhe. É o que sustenta acordo de nível de serviço (SLA) confiável.

4. Capacidade de integração

As melhores tecnologias não vivem isoladas. Integram-se ao ecossistema da empresa e eliminam pontos mortos na cadeia de dados. Priorizamos APIs robustas e conectividade com ERPs, sistemas de gestão e-commerce e plataformas externas. Essa integração cria um fluxo contínuo entre planejamento, execução e faturamento, sem retrabalho manual.

  • API e Webhooks para ERPs
  • Conectores nativos para e-commerce
  • Plataforma centralizada de dados

5. Redução de custos operacionais

Em nossas análises junto a grandes empresas em áreas como saúde e serviços de campo, identificamos que uma plataforma de orquestração operacional reduz custos de combustível, elimina desvios, evita retrabalho e traz previsibilidade mesmo em frotas mistas. O resultado é um custo controlado por entrega, base fundamental para escalar operações com segurança. Casos reais mostram economia de até 28% em combustíveis apenas pelo uso inteligente de roteirização e visibilidade em tempo real.

Gráfico de barras mostra redução de custos logísticos em ambiente de escritório

6. Simplicidade e adoção pelo time

Finalmente, nenhuma tecnologia entrega resultado se não for intuitiva e fácil de usar. Em experiências práticas, vemos que a simplicidade na interface, a implementação rápida e o suporte ao usuário definem a real adoção. No fim, o melhor sistema é o que ativa a mudança comportamental – do gestor até o agente de campo.

Mudança só acontece quando todos acreditam e usam a tecnologia.

7. Governança e previsibilidade

Priorize soluções que deem a gestores e coordenadores o domínio do processo – tanto no planejamento quanto no controle de execução. Asseguramos que governança significa nunca depender de improviso ou esforço individual, mas sim de processos consistentes e comprovados pelos dados. Aqui, a previsibilidade não é apenas um discurso: ela se traduz em SLAs confiáveis e integração nativa entre áreas.

Como avaliamos cada tecnologia?

Orientamos nossa análise com base em:

  • Modelo operacional estruturado (não apenas recursos)
  • Conexão entre planejamento, execução e comprovação
  • Redução comprovada de custos sem comprometer a governança
  • Adaptação real ao setor atendido (delivery, varejo, saúde, indústria, logística ou serviços em campo)
  • Facilidade de integração ao stack tecnológico do cliente

Todo conteúdo educacional, como abordado em nosso artigo sobre visibilidade operacional, reforça que o valor está no domínio do processo, e não apenas em soluções pontuais.

Vuupt como referência prática

Na Vuupt, trabalhamos diariamente com empresas de diferentes portes e segmentos, conectando o fio condutor entre estratégia e execução. Mostramos, na prática, que cada etapa – do planejamento à integração final – deve estar organizada, auditável e confiável. Empresas que priorizam estrutura colhem ganhos em SLA, controle de custos e experiência do cliente.

Se deseja compreender o impacto real de uma plataforma de orquestração de operações externas, sugerimos acompanhar nossas publicações ou buscar temas específicos na nossa base de conhecimento.

Agora, se chegou até aqui pensando em organizar suas entregas com clareza, previsibilidade e domínio completo, convidamos: conheça nossa plataforma e veja, na prática, como transformamos operações externas em vantagem competitiva para negócios modernos. Sua empresa pode integrar planejamento, execução e comprovação em uma só camada estruturante. Agende uma demonstração.

Perguntas frequentes

O que considerar ao escolher tecnologia de entrega?

Considere estrutura, integração, visibilidade em tempo real, redução de custos, governança, facilidade de adoção e comprovação digital. Avalie sempre o impacto prático na sua rotina – e nunca apenas a lista de recursos.

Como a tecnologia pode reduzir custos logísticos?

A redução de custos vem da eliminação de retrabalho, roteirização mais inteligente, redução de desvios e do uso melhor dos recursos existentes. Plataformas que articulam todas as fases da entrega mostram essa economia de forma comprovada pelos próprios dados da operação.

Quais são as melhores tecnologias para entregas?

As melhores tecnologias são aquelas focadas em orquestração operacional: planejamento estruturado, despacho automático, monitoramento, comprovação digital e integração com os demais sistemas da empresa. Uma plataforma SaaS de orquestração cobre todas essas etapas de modo centralizado.

Vale a pena investir em automação nas entregas?

Sim, desde que a automação seja orientada por processos claros e facilite não só o campo, mas também o dia a dia do gestor. A automação em roteirização e comprovantes digitais acelera operações, elimina erros manuais e dá mais segurança aos dados.

Como a tecnologia melhora o prazo de entrega?

Tecnologia permite antecipar desvios, reagir com agilidade e dar previsibilidade para o time e para o cliente final. O monitoramento e planejamento inteligente são pilares para garantir prazos mais curtos e SLAs mais rigorosos.

Continue aprendendo sobre como implementar processos estruturados em logística na série de artigos da nossa base ou aprofunde temas específicos no painel de conteúdo corporativo da Vuupt.

Entenda a importância de acompanhar o desempenho do entregador

desempenho do entregador

Com o advento das tecnologias, houve um “boom” das compras online e, consequentemente, exigiu-se das empresas uma logística diferente para entregar os seus produtos. 

Segundo uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que o Brasil tem 1,5 milhão de pessoas que atuam como motoristas e entregadores de aplicativos, taxistas, mototaxistas e outras atividades por conta própria no setor de transporte.

Esse salto é visto principalmente na categoria dos entregadores de mercadorias via moto. No início de 2016, eram 25 mil, número que chegou a 322 mil, no fim de 2021. Já os entregadores que utilizam outros meios, como bicicletas, chegaram a 55 mil, com crescimento contínuo desde 2019.

Se você tem entregador próprio ou terceirizado, acompanhar o desempenho do seu serviço é importante para otimizar recursos e prestar um bom atendimento ao cliente. Entenda mais sobre o assunto!

O que são indicadores logísticos?

Antes de entender a importância de acompanhar os seus entregadores, vamos explicar o que é um indicador de performance. 

O indicador-chave de desempenho, também conhecidos como KPI (Key Performance Indicator), é uma ferramenta de gestão para medir se uma ação ou um conjunto de iniciativas está efetivamente atendendo aos objetivos propostos pela empresa

Os indicadores podem ser um número ou percentual, acompanhados tanto por meio de planilhas (manualmente) como por softwares (automaticamente), como a plataforma da Vuupt. O ponto central é saber escolher quais indicadores devem ser medidos. 

Existem diversos indicadores de desempenho logístico para monitorar, cabe a cada empresa escolher os que fazem mais sentido para o seu negócio. Enquanto para uma, o objetivo principal é a redução no gasto de combustível, para outra, o interessante pode ser a entrega dentro dos prazos. 

Por que acompanhar o desempenho do entregador?

Com uma grande quantidade de informações circulando todos os dias em uma operação, a maneira mais eficiente para encontrar falhas e pontos de melhoria é acompanhando os indicadores de performance.  Afinal, eles são essenciais para atingir os objetivos traçados pela empresa.

O primeiro ponto é que, para monitorar o desempenho do entregador, é necessário contar com a ajuda da tecnologia. Afinal, é impossível obter dados do serviço em campo sem um sistema, concorda?

Neste cenário, a Vuupt pode ajudar bastante o seu negócio a melhorar a atuação do entregador. A seguir, vamos apresentar alguns indicadores para os motoristas e como a nossa plataforma contribui para a otimização dos resultados. 

Serviço de entregas 

Esse é um indicador muito relevante, pois ele mede o cumprimento dos prazos de entrega, que representa um dos principais pontos da operação logística. 

O indicador leva em conta, o tempo que o produto demorou para chegar ao cliente, considerando a partir do momento em que o veículo saiu para o transporte. Além disso, se a entrega foi realizada completa ou parcialmente. 

Com essa métrica é possível identificar os principais problemas com as entregas, se ela está relacionada a determinadas regiões por conta do trânsito, se o motorista cumpriu a rota determinada ou fez um tempo de parada maior que o necessário. 

A Vuupt possui a funcionalidade de planejamento de rotas, em poucos minutos, você consegue obter o trajeto mais rápido e econômico. Além disso, é possível monitorar em tempo real o deslocamento do motorista, assim você saberá se ele desviou a rota estabelecida, por exemplo. 

Leia mais: Veja como o Coxinha da Hora conseguiu aumentar a performance e reduziu os custos usando a plataforma da Vuupt.

Avaliação dos motoristas

Quando a entrega é finalizada, a plataforma da Vuupt dispara uma pesquisa de satisfação automaticamente, onde o cliente pode avaliar (até 5 estrelas) o serviço do entregador.  

Pensando no lado prático, essa pesquisa é bastante necessária. Visto que, o entregador é o único contato físico de todo o processo de compra. O resultado desta avaliação reflete a imagem da sua empresa. Se quem realizou a entrega age de maneira ruim com o cliente, ele impacta diretamente a marca e a experiência de compra. 

A partir da coleta dos resultados é possível elaborar estratégias para corrigir os erros e melhorar ainda mais o serviço dos entregadores. 

Gasto de combustível e KM rodados

Quando há uma gestão de entregas efetiva, se torna viável monitorar cada passo do entregador em campo. A Vuupt realiza o monitoramento em tempo real, assim é possível calcular quantos KM cada motorista fez por dia, semana ou mês.

Quais são as vantagens? Se você paga o motoboy por KM, você tem a informação concreta e não fica apenas atrelado ao hodômetro do veículo. Ou ainda, consegue calcular o gasto de combustível por mês ou de uma determinada região de entrega. Se em uma região o custo de deslocamento é maior, você pode aumentar o frete, por exemplo. 

Controle de jornada

Pelo aplicativo da Vuupt é possível também controlar a jornada diária de cada entregador, relatando os tempos de pausa, almoço e descanso. Tudo isto, fica salvo na plataforma para que possa emitir relatórios e tenha real controle das suas escalas. 

Como um sistema de gestão contribui para acompanhar o desempenho do entregador?

São muitos os indicadores que podem ser desenhados para a estratégia da empresa, o principal fator que deve ser considerado na elaboração do KPI é a qualidade da informação. Isso porque, registros manuais tendem a ter baixa confiabilidade pelos eventuais erros de lançamentos, fórmulas incorretas ou até segurança nos acessos. 

A plataforma da Vuupt é uma excelente aliada para corrigir esse problema, os registros estão consolidados em uma base e  apresenta relatórios prontos. Em poucos cliques, é possível acompanhar a operação diariamente. 

Além dos relatórios emitidos, a Vuupt terá uma utilização ampla na operação logística como um todo, pois oferece possibilidade de planejar prazos de entrega, rotas, financeiro, dentre outros. 

Portanto, a definição de indicadores de desempenho, bem como seu acompanhamento, deve ser uma atividade rotineira para o setor — e que pode ser aprimorada com um sistema de gestão.

A Vuupt é uma plataforma de roteirização e gestão de entregas, o nosso software além de diversas funcionalidades, permite acompanhar todo o lado de gestão da sua última milha. Um jeito simples para acompanhar os seus KPIs logísticos!

Quer conhecer a plataforma? Fale agora com um dos nossos especialistas.

Acompanhar a entrega em tempo real é fundamental na etapa da última milha

acompanhar entrega

Em um mundo cada vez mais dinâmico e tecnológico, as empresas precisam se adaptar para oferecer mais agilidade e transparência ao cliente. Quando falamos em e-commerce, isso se torna fundamental, pois o consumidor ainda sente insegurança ao comprar online.

Uma pesquisa da Opinion Box revelou que 59% dos clientes não voltariam a comprar em uma loja que tiveram problemas, e já 36% nunca mais comprariam com uma empresa que atrasou a entrega. 

Esses dados apontam como é importante ter uma logística eficiente, além do quanto acompanhar a entrega em tempo real transmite confiança ao consumidor, tornando o processo mais transparente. 

Neste texto, vamos explicar porque é indispensável conectar o cliente à etapa da última milha para construir uma boa reputação e uma relação de fidelidade. 

O que é a última milha logística?

Quando o cliente finaliza sua compra, a empresa começa a separação do pedido. Todas as informações que o cliente inseriu em seu cadastro são enviadas para o setor de logística, que terá o desafio de encontrar a melhor opção de transporte para a mercadoria.

Além de cumprir com o prazo estipulado, a empresa precisa conseguir o menor custo, sem perder a qualidade no serviço. Neste momento, o last mile – também conhecido como a última milha – entra em ação. 

A última milha é a etapa final da cadeia logística, quando o produto sai do centro de distribuição e vai até o cliente. Essa fase é conhecida como uma das partes mais caras e demoradas do processo de remessa. Isso porque envolve variáveis como: aproveitamento de veículo, volume de entregas, planejamento de rotas, prazo de entrega, fluxo de trânsito, entre outros. 

Por isso, a grande importância em acompanhar esta etapa da entrega, para reduzir gastos e melhorar a prestação de serviços ao cliente. A boa notícia é que existe a Vuupt que realiza toda essa gestão de forma automatizada. 

Conheça os principais problemas na gestão de entregas

Como mencionado, a última milha é considerada uma das etapas mais caras da logística, podendo comprometer uma grande parte do orçamento. Segundo dados da Business Insider, o last mile sozinho corresponde a 53% do custo total de envio do produto. 

Com esses dados conseguimos entender o nível de complexidade desta parte do processo. Quando a operação acontece de forma sinérgica, os impactos são positivos. O cliente recebe seu pedido no prazo e, por ter uma boa experiência, volta a comprar com a marca, o que gera mais vendas e aumenta o faturamento do negócio. 

Por outro lado, quando a empresa não consegue conduzir esse processo adequadamente, a consequência é a insatisfação do cliente, impacto negativo na imagem, aumento em seus custos e, consequentemente, redução em seu faturamento.

Conheça alguns dos erros mais comuns que ocorrem na última milha:

  • Entregas atrasadas: Imprevistos no trânsito e rotas mal planejadas, podem fazer com que as entregas não sejam realizadas dentro do prazo; 
  • Erro nas entregas: Um volume muito grande de entregas, somado a falta de um controle automatizado, pode fazer com que um pedido seja entregue errado. Além da insatisfação do cliente, é um grande transtorno e gera custos para a empresa, que terá que solicitar a logística reversa da mercadoria.
  • Clientes ausentes: Em muitos casos não há ninguém para receber o pedido. Com isso, o transportador precisa fazer outras tentativas de entrega, o que gera custo para a empresa e também prejudica a experiência do cliente.
  • Falta de rastreio do produto: Aumenta o volume de atendimentos gerados por clientes buscando informações sobre a sua entrega.

Por que devo monitorar as entregas em tempo real?

Ter controle e integração sobre todos os processos é fundamental, isso somente é possível com o auxílio da tecnologia, que permite a ação conjunta de diferentes etapas. 

A Vuupt é uma plataforma especializada na gestão da última milha, com o nosso sistema sua empresa conseguirá administrar toda a logística de entrega e/ou coleta, apenas com alguns cliques. 

A seguir, vamos apresentar algumas das nossas funcionalidades e como o rastreio em tempo real modificará completamente os seus processos. 

Notifique os clientes sobre a entrega

“Seu pedido está na rota de entrega” essa é uma das frases preferidas do cliente. Informar aos consumidores sobre o status da sua entrega pode oferecer uma experiência melhor de compra. 

Além disso, existem outros benefícios durante essa simples notificação. Por exemplo, pode reduzir o número de chamados na central de atendimento para saber se o prazo será cumprido. 

Outro ponto é a redução de reentregas, o cliente sabendo que o pedido está em rota e a previsão de horário, pode diminuir o número de tentativas de entrega.

E mais ainda, a plataforma da Vuupt permite que você envie uma pesquisa para avaliar o serviço de entregas. Isso ajudará a entender a percepção do cliente sobre o atendimento, gerando insights para implantar melhorias no processo. 

Otimização de rotas

Além de planejar rotas mais eficientes e com todas as características da sua operação, o roteirizador da Vuupt ainda proporciona mais benefícios. 

Em casos de imprevistos é possível em poucos cliques reajustar a rota, encontrando o melhor caminho ou até fazendo alterações no trajeto. Tudo isso para que o pedido seja entregue no melhor prazo possível.

O motorista é notificado automaticamente com a mudança da rota, podendo se adaptar rapidamente ao novo roteiro. Assim, ele não perde tempo ou toma uma decisão de forma equivocada. 

Melhore a comunicação com os entregadores

A empresa consegue conversar com o motorista, durante todas as fases do processo e pronta para atuar em caso de imprevistos. Para isso, a Vuupt possui um aplicativo exclusivo para se comunicar com o motorista. Além disso, ele pode acompanhar todo o planejamento das entregas do dia.

Acompanhe as entregas em tempo real

Com um sistema de entregas em tempo real, a empresa consegue ter um controle maior e transparência de todas as etapas de entrega da mercadoria. Isso possibilita que o processo seja fiscalizado, identificando discrepâncias e evitando ocorrências indesejadas na operação.

Por exemplo, imagine que um motorista está atrasado nas suas entregas do dia e não seguiu a rota planejada. Essa é uma ocorrência que poderá ser visualizada imediatamente pela empresa, permitindo que tome providências com mais agilidade para corrigir o problema. 

Agende uma demonstração gratuita

Agora que já entendeu a importância de ter um acompanhamento em tempo real, que tal agendar uma demonstração gratuita da nossa plataforma? Clique aqui e fale agora com o nosso time de especialistas

 

Conheça os benefícios da gestão de entregas automatizadas

entregas automatizadas

Uma logística bem estruturada e organizada traz diversos benefícios ao negócio. Com o uso da tecnologia, muitos processos e rotinas podem ser aprimorados, com objetivo de reduzir falhas e trazer mais eficiência para a operação. 

Nesse sentido, a gestão de entregas automatizada é algo de grande necessidade nas empresas, pois assegura a qualidade da operação e, por consequência, a satisfação dos clientes.

Entenda como funciona essa automação e quais são os ganhos que a empresa conquista ao adotar a tecnologia no seu dia a dia. 

Por que adotar as entregas automatizadas no seu negócio?

Para viagens simples, ou no caso de empresas pequenas, com operações menores, fazer o planejamento das entregas manualmente é uma possibilidade. Porém, é preciso planejar para que se obtenha um resultado satisfatório e não haja uma alta taxa de erros. 

Por outro lado, conforme a empresa vai se desenvolvendo, mais complexas serão suas operações, tornando muito difícil a execução manual dessa atividade. A solução então será automatizar o processo.

Em resumo, uma gestão de entregas automatizada permite um controle de toda operação, além de trazer mais velocidade e reduzir drasticamente as chances de erros operacionais. 

A importância da automação no dia a dia da operação

Quando não há tecnologia, diversas lacunas podem ser detectadas nos processos facilmente. Por exemplo, se o seu motorista sai com 15 pedidos para serem entregues e você precise saber qual mercadoria foi entregue, ou ainda se alguma foi devolvida, você consegue responder imediatamente? Bem provável que sem entrar em contato com o motorista esse retorno será praticamente impossível. 

Por isso, a automação traz um maior controle de toda a gestão de entregas. No caso citado, podemos apontar duas funcionalidades que contribuem bastante para esse gerenciamento. 

Com a Vuupt você pode verificar quais entregas foram devolvidas, por qual motivo e ainda evitar problemas futuros, criando estratégias como agendar com o cliente um horário ou atualização de endereço.  Além disso, com o histórico de todo o processo, será possível mensurar melhorias na operação ao longo de determinados períodos.

Outro ponto importante da automação é o monitoramento da frota, assim você consegue acompanhar em tempo real o deslocamento dos entregadores, verificar qual pedido já foi concluído, detectar desvios de rotas e ainda emitir alertas. 

Com estes pontos iniciais, sua logística iniciará o processo de automação. E ao longo do uso da plataforma Vuupt, novas melhorias serão aplicadas e erros corrigidos. 

Descubra as vantagens da gestão de entregas automatizadas

A tecnologia no setor logístico é cada vez mais crucial para a evolução do negócio. 

Podemos afirmar que a automação ajuda o negócio a ser mais competitivo e agregar maior valor no serviço de entrega. 

Conheça mais benefícios ao contratar um sistema de gestão de entregas! 

Redução de custos

A redução de custos é gerada de diversas formas com a implantação da Vuupt. O primeiro é que diminui a necessidade de mais colaboradores na hora de fazer algumas atividades. Dessa forma, há uma redução na folha de pagamento e também no treinamento de profissionais. 

Além disso, a Vuupt ajuda no cálculo das melhores rotas e aumenta a capacidade de entrega. Portanto, ganha-se em tempo, evitando um maior deslocamento, o que poupa gasolina e menos manutenção na frota. 

Redução de erros

Erros podem acontecer em qualquer negócio, mas em atividades manuais esse número aumenta expressivamente. Quando pensamos em entregas, isso torna-se ainda mais grave.

O primeiro ponto é que isso gera uma grande insatisfação para o consumidor, diminuindo a chance de recompra ou fidelização. Além de não obter um maior aproveitamento dos recursos, como agrupar entregas ou aproveitar a capacidade máxima dos veículos. 

Dados mais confiáveis 

Uma das principais vantagens em automatizar é coletar e centralizar dados importantes em apenas um lugar, isso ajuda os gestores a tomarem decisões mais assertivas. Além disso, o compartilhamento de informações dos setores ligados à logística é mais ágil, facilitando também o acompanhamento dos indicadores de performance da operação.

Vuupt: sistema de gestão de entregas automatizadas

A automação da gestão de entregas precisa de um software, e a escolha deste depende do conhecimento das necessidades logísticas do negócio. Nesse sentido, alguns pontos cruciais a serem avaliados quanto à solução são o planejamento das entregas e o monitoramento em tempo real. 

A Vuupt pode te ajudar na automatização de todo o seu processo de entregas ou coletas. Isso porque, a nossa plataforma é especializada em roteirização e gestão da última milha. 

Uma das vantagens do nosso sistema é o uso do nosso pacote de inteligência, o Intelli-Pack. Essa funcionalidade ajuda automatizar decisões rotineiras no planejamento das entregas. Assim, você consegue programar toda a operação de acordo com as particularidades do seu negócio. 

Você vai poder automatizar o fluxo de trabalho, planejar rotas de forma automática, gestão dos entregadores, relatórios completos e muito mais. 

Clique aqui e veja como a nossa gestão de entregas automatizadas irá transformar sua logística. 

Otimização de rotas: o que é e como ela reduz os custos logísticos?

otimizacao de rotas

A logística serve para que uma empresa possa garantir que seus produtos ou serviços passem por todas as etapas do processo operacional necessário dentro da empresa e chegue até o cliente da melhor forma possível. Ou seja, na quantidade, qualidade e com os menores custos possíveis. Por isso, é preciso muita atenção ao elaborar as estratégias de entrega.

O planejamento de rotas permite a análise dos pontos de entregas e a avaliação das particularidades da operação, a fim de eleger o trajeto mais eficiente e econômico. Quando bem feito, possibilita melhorias no atendimento e no serviço prestado ao cliente, além da redução de gastos. Portanto, é de suma importância conhecer os melhores métodos de otimização de rotas.

Neste texto, vamos apresentar como funciona a otimização de rotas e sua importância nas operações de entregas. 

O que é otimização de rotas?

A otimização de rotas é o processo para determinar o trajeto mais econômico e efetivo para as entregas. Por outro lado, a otimização não se refere apenas em obter o caminho mais curto do ponto A ao ponto B, trata-se de encontrar a rota mais eficiente para muitas variáveis diferentes.

Em algumas empresas essa tarefa é realizada manualmente, com um funcionário que lista os endereços e os dispõe em um sistema de mapas para visualizar qual trajeto o motorista deve percorrer. Ou ainda, muitas vezes ele acaba sendo realizado pelo próprio entregador, que possui a “experiência das ruas”.

Felizmente, hoje as empresas podem contar com a tecnologia da Vuupt em suas operações. Com o roteirizador que realiza a otimização de rotas, focando em minimizar o tempo total de condução, aumentando a capacidade da frota e reduzindo os custos. Tudo isso, levando em consideração não apenas o deslocamento, mas outras variáveis que interferem na construção de uma rota eficiente como: 

  • Janelas de entrega;
  • Tempo total de deslocamento; 
  • Estratégia de distribuição entre a frota; 
  • Tipo de carga; 
  • Restrição de horário da rota;
  • Número de bases operacionais;
  • Intensidade do tráfego; 

Com a análise de todas as características, o sistema de roteirização cria o planejamento das rotas e distribui da forma mais otimizada entre os veículos. 

É possível otimizar rotas com o Google Maps ou Waze?

Aplicativos como o Google Maps e o Waze não são planejadores de rotas eficazes, pois são opções de navegação via GPS. Em resumo, eles são projetados para fornecer direções simples do ponto A ao B, não para traçar rotas ou planejá-las considerando diversas paradas, tomando em conta uma infinidade de variáveis ​​e restrições.

E, por outro lado, embora esses aplicativos conhecidos sejam gratuitos, em longo prazo sairão bem mais caros à operação, devido à sua ineficiência que pode gerar muitas perdas e desperdícios de recursos.

Desta forma, um roteirizador planeja o melhor percurso de deslocamento, traçando o caminho mais eficiente para realização de todas as tarefas dentro dos prazos estipulados, buscando sempre economia, por meio da redução de custos e aproveitamento de recursos.

A otimização de rotas pode ser realizada manualmente?

Em caso de uma operação de entregas pequena, ainda é possível organizar os processos com alguma dificuldade, porém, quando há mais pessoas e veículos envolvidos, otimizar as rotas manualmente torna-se cada vez mais complicado. 

Além disso, a quantidade de tempo gasto e as chances de cometer erros são bem altas. Isso também abre margem para problemas de atrasos nas entregas e custos da operação. 

As vantagens da otimização de rotas e a satisfação do cliente

A otimização de rotas melhora a qualidade da operação em toda a cadeia de suprimentos e seus reflexos podem ser notados especialmente no last mile. E ninguém melhor para avaliar esse aspecto do que o consumidor final.

Todo o processo conta com recursos adicionais para melhorar a visibilidade em tempo real, monitoramento das atividades do veículo e rastreamento da frota. No final das contas, o principal objetivo é levar até o cliente aquilo que ele solicitou, encurtando distâncias, cumprindo o prazo e reduzindo o custo. 

Com a Vuupt para a otimização de rotas, a empresa pode oferecer aos seus clientes a possibilidade de estabelecer uma janela de tempo para receber os pedidos no horário mais adequado para eles. 

Isso amplia a gama de serviços oferecidos, trazendo mais comodidade e flexibilidade para o consumidor, que se sente satisfeito – aumentando as chances de voltar a comprar no mesmo estabelecimento que forneceu esse nível de atenção e qualidade. Veja como a Vuupt pode contribuir para a experiência do seu cliente e também melhorar sua operação logística:

  • Seu cliente pode se preparar adequadamente para receber a encomenda, diminuindo o número de reentregas e também evitando atrasos;
  • A visibilidade das entregas dá mais recursos para prestar informações precisas também ao seu cliente, como envio de notificações sobre o status do pedido. Isso melhora a credibilidade do seu negócio e proporciona um acompanhamento personalizado;
  • Você tem maior liberdade e possibilidade de oferecer uma variedade de serviços como,  entrega padrão, entrega grátis, same day delivery, entrega programada e abranger uma maior quantidade de locais e distâncias;
  • Rotas mais organizadas ajudam a cumprir o prazo ou permitem que o produto seja entregue até antes mesmo do período acordado;
  • Otimizar o planejamento das cargas contribuem para um aumento da capacidade de entregas, além de utilizar o veículo da forma correta. Outro ponto é que rotas eficientes são mais econômicas. Em resumo, menor gasto com combustível e manutenções. 

Por que ter a Vuupt para otimização de rotas?

Utilizar a Vuupt para a otimização de rotas pode facilitar muito o dia a dia das suas entregas ou coletas. Além de centralizar dados em relação a características de vias, do tráfego e de suas cargas, o monitoramento e cálculo de diversas informações operacionais pode ser automatizado com a ferramenta.     

Isso significa que a sua gestão logística poderá contar com dados e indicadores de rendimento que orientem a sua programação de rotas de forma mais ágil, confiável e eficiente.

Outro ponto, a Vuupt garante o acompanhamento das informações em tempo real. Dados como a localização do veículo, quais entregas foram concluídas e imprevistos no trajeto podem ser detectados imediatamente. Tudo isso, contribui para um maior controle da gestão. 

Não menos importante, a Vuupt contribui para uma melhor prestação de serviço. O cliente poderá contar com seu produto chegando no tempo acordado, além de poder acompanhar todas as etapas do processo de entrega. 

Agora já pensou em ter todas essas funcionalidades e muitas outras à disposição da sua empresa? A plataforma da Vuupt é ideal para quem deseja otimizar rotas, realizar a gestão de entregas e monitorar toda a operação em tempo real.

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Como a Inteligência Artificial é aplicada na logística?

inteligencia artificial

A Inteligência Artificial (IA) é a tecnologia do momento, todo mundo fala dela desde que foram divulgadas as façanhas do ChatGPT, desenvolvido pela empresa OpenAI. A ferramenta se comporta como um mecanismo de buscas. Especializada em diálogo, a tecnologia é capaz de receber perguntas dos usuários e respondê-las. Além disso, o chatbot gera rascunhos de e-mail, sugestões de códigos, poemas e textos acadêmicos, por exemplo. 

Diante dessa novidade, vários segmentos de mercado reagiram mostrando o impacto que a IA pode ter nos seus processos. Mais do que isso, como essa tecnologia pode ser aproveitada em cada segmento. Neste texto, vamos falar como a inteligência artificial vem sendo trabalhada no setor de logística. 

O papel da inteligência artificial na logística

A Inteligência Artificial é uma ferramenta desenvolvida para imitar a capacidade humana de raciocinar, que não é apenas uma realidade nas linhas de produção industrial, mas também nas operações logísticas.

E quando aliada a outros sistemas e conceitos, como Internet das Coisas (IoT), Big Data, Machine Learning e Computação na Nuvem, oferece inúmeras possibilidades de aperfeiçoamento de técnicas e execução de tarefas. Para exemplificar, vamos associar o uso da inteligência artificial com a IoT.

A IoT diz respeito à capacidade dos mais diversos tipos de dispositivos se conectarem à internet. Basicamente, ela permite que todas ferramentas, equipamentos e tecnologias presentes na cadeia operacional fiquem conectados em uma mesma rede. Com isso, eles enviam e recebem dados a todo momento. 

Assim, em conjunto com a inteligência artificial, que potencializa a depuração dos dados captados pelos dispositivos IoT, é possível fazer um uso mais eficiente e rentável dessas informações pelas empresas. Essas tecnologias conseguem otimizar a performance, tornando os processos mais proativos e automatizados.

A IA na logística garante níveis muito maiores de desempenho, desde os recebimentos no início da cadeia, até a gestão dos processos de armazenagem, transportes e entregas aos clientes finais. 

Muito além da automatização, os milhares de dados históricos de desempenho são capazes de aprender e identificar padrões. Assim, eles viabilizam análises preditivas, para solucionar gargalos e potencializar oportunidades durante os processos da cadeia logística.

Conheça os benefícios da aplicação da Inteligência Artificial nos processos logísticos

A inteligência artificial aplicada à logística propicia diversas melhorias, uma vez que os algoritmos examinam dados maiores e mais complexos, gerando resultados com agilidade e precisão. Contudo, suas possibilidades vão além. Conheça as principais vantagens de investir nesse tipo de solução.

Tomada de decisão mais assertiva

O setor logístico lida diariamente com um volume grande de informações. Qualquer erro na sua captação e interpretação pode gerar problemas, que por sua vez impactam nos custos das operações e na satisfação dos clientes.

Com a IA e a internet das coisas, esses dados são tratados automaticamente. Essas ferramentas servem justamente para traçar as melhores decisões, minimizando as chances de erros.

Redução de gastos logísticos

Com uma tomada de decisões mais assertiva, as operações são muito beneficiadas em termos de eficiência e otimização de recursos. Como resultado, há uma significativa redução dos custos logísticos.

As melhores soluções em logística garantem essa vantagem financeira por meio de diversas frentes, como no planejamento de rotas, programação de manutenções de veículos, alocação inteligente de itens no armazém, entre outros. 

Um exemplo é a plataforma da Vuupt que colabora com toda a gestão de entregas/coletas focada na última milha, trazendo mais eficiência e gerando economia para a operação. 

Leia mais: Coxinha da Hora: como a empresa reduziu o número de entregadores usando Vuupt

Aumento da produtividade e redução de falhas

Como a IA otimiza a tomada de decisão e proporciona a redução de gastos, as operações também acabam se tornando mais eficientes e produtivas.

Ao captar, interpretar e apresentar conclusões para os dados operacionais, a IA orienta o que precisa ser adaptado nos processos. Isso torna os esforços logísticos mais precisos, viáveis e padronizados.

Por outro lado, a IA  também torna os fluxos de trabalho totalmente visíveis. Com isso, ela evidencia gargalos e chances de falhas, garantindo correções mais imediatas ou preditivas pelos gestores. 

Armazéns mais ágeis 

Os sistemas automatizados e os equipamentos conectados à IoT já são uma realidade nos armazéns. Aliados à inteligência artificial, eles proporcionam um nível de integração e agilidade operacional, como o caso das empilhadeiras automatizadas, esteiras inteligentes, sistemas automáticos de armazenagem, entre outros geridos por IA. 

Entregas inteligentes

Hoje é possível integrar toda a cadeia de distribuição e tratar esse grande volume de dados, a IA na logística permite que as operações sejam mais alinhadas à demanda, inclusive de maneira previsível. 

Não por acaso, a IA já viabiliza avanços surpreendentes, como o same day delivery e até entregas por drones. 

Leia mais: 8 Tendências logísticas para 2023

Clientes mais satisfeitos

Com um processo mais tecnológico e com alto grau de eficiência, os benefícios não ficam restritos internamente, mas também impactam os clientes.  

Dentre as tecnologias disponíveis no meio logístico, a inteligência artificial, somada à IoT, provavelmente é aquela que mais valoriza a satisfação dos consumidores. Afinal, em meio às melhorias obtidas nas operações, é possível oferecer prazos reduzidos de entrega, praticar preços mais atrativos, rastrear as entregas com eficiência, garantir a integridade das mercadorias e muito mais.

Plataformas digitais: como a Vuupt otimiza sua gestão de entregas

As plataformas digitais já democratizaram a inteligência artificial na logística para os mais diversos perfis de organizações, desde operações simples até as mais robustas. Cada vez mais completas, elas permitem otimizar a eficiência operacional em todas as fases da cadeia de suprimentos. 

Com tecnologias integradas, esses sistemas atendem a todas as demandas operacionais. Isso vai desde a compra de materiais, planejamento e roteirização, até a gestão de pátio, do estoque, de transportes e entregas.

No que abrange a gestão de entregas e coletas, a Vuupt é a solução mais completa do mercado. Isso porque utilizamos os recursos mais modernos para o desenvolvimento e atualização da nossa plataforma. 

Um dos maiores benefícios de automatizar a sua gestão de entregas é ter um controle de todo o processo, obter uma operação mais ágil, econômica e ainda ter dados atualizados e confiáveis, que fornecem informações importantes para a tomada das decisões estratégicas.

Ao contar com a Vuupt, você irá planejar, acompanhar, interagir e otimizar tudo em tempo real. Se você quer aproveitar as possibilidades da inteligência artificial na logística para tornar sua empresa mais competitiva, clique aqui e explore os diferenciais da plataforma.  

5 motivos para investir em sistema de gestão de frotas

gestao de frotas

A gestão de frota corresponde a administração correta e eficiente dos veículos utilizados pela empresa. Esse tipo de atividade faz com que a organização consiga prestar um serviço de qualidade, além de reduzir custos operacionais, controlar despesas e manter a sua frota sempre funcionando. 

Por outro lado, são diversos os desafios que um gestor de frota enfrenta para conseguir esse feito. Afinal, o ramo de transportes terrestres cresce mais a cada dia, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o segmento obteve uma alta de 18,4% em 2022. 

Conseguir acompanhar todo esse crescimento, realizando uma boa gestão, é uma tarefa bem complexa. Por isso, vamos te mostrar como funciona a gestão de frota, qual a importância, como fazer e dar dicas preciosas para alcançar o sucesso e a eficiência. 

O que é gestão de frotas?

A gestão de frota é o gerenciamento dos veículos usados por uma empresa para transporte, coleta ou prestação de serviços. Esse controle acontece devido ao monitoramento de algumas informações como a manutenção dos carros, consumo de combustível, quilometragem e rotas percorridas.

Além disso, o gestor deve ser o responsável pela parte estratégica e operacional da administração desses veículos e condutores, garantindo que tudo funcione corretamente. Afinal, gerir uma frota é planejar e controlar os processos com base em informações precisas.

Quando a gestão de frotas for bem feita, será fácil descobrir se algum processo está saindo caro demais ou pouco eficiente, além de descobrir se todo o potencial da frota tem sido aproveitado. Assim, você não perderá tempo, oportunidades e dinheiro.

É importante ressaltar que o gerenciamento de frotas não deve ser aplicado apenas em grandes empresas que possuem incontáveis caminhões em sua garagem. Ela pode ser utilizada em qualquer negócio, por menor que seja, que utilize veículos (um, dois ou uma dúzia) para prestar serviços ou fazer entregas. 

Como funciona a gestão de frotas?

A gestão de frota pode funcionar de diversas maneiras, variando de uma empresa para outra. O gestor deve ser o responsável por planejar, conferir os gastos e controlar o deslocamento dos veículos. 

Além de garantir que as entregas estão sendo feitas, manter o relacionamento com os colaboradores e pensar em estratégias para aumentar a eficiência da frota. Algumas empresas dividem a gestão de frotas em três partes, sendo:

  • Gestão de ativos – Que são os veículos da frota;
  • Gestão de insumos – Tudo que a frota precisa para funcionar como por exemplo, combustível;
  • Gestão do comportamento – Que consiste nos dados sobre o comportamento dos motoristas da frota. 

Para garantir um bom controle de cada etapa é preciso estar atento a todos esses pontos ao mesmo tempo, pois a soma deles é o que garante o bom funcionamento da frota veicular. 

Há alguns anos esse trabalho era realizado manualmente, que suportava apenas dados básicos e não ofereciam uma visualização completa de toda operação. Atualmente, já é possível contar com sistemas de gestão de frota que torna o trabalho mais dinâmico, eficiente e descomplicado. 

Por exemplo, com um sistema é possível saber quando realizar manutenções, controlar gastos com combustível, quilometragem rodada, planejamento de rotas, entre outros.  

Em resumo, a gestão de frota funciona como uma maneira de garantir que todos os veículos estejam em bom funcionamento para as demandas do dia a dia. 

Frota própria ou terceirizada: qual é a melhor opção para a gestão do seu negócio?

O consumidor atual mudou, com isso as empresas precisam ter processos de qualidade de ponta a ponta. Não basta realizar uma boa venda, pois também é preciso que o produto chegue ao cliente de forma rápida e econômica. 

Ter uma frota própria ou terceirizada interfere diretamente na gestão da sua operação logística. A seguir, vamos apresentar algumas diferenças entre elas.

Frota própria

A frota própria de veículos permite controlar toda operação logística “dentro de casa”. Essa centralização pode significar uma maior confiabilidade nos processos e um maior controle do fluxo de caixa, isso porque o gestor consegue entender com detalhes os gastos. 

Entretanto, a principal desvantagem do uso de frota própria é o custo elevado no início da operação, pois é preciso investir para adquirir os veículos e treinar os profissionais necessários. Também é preciso ter uma estrutura suficiente para alocar a frota, com espaço  para os veículos e a equipe.

Afinal, quando devo optar por uma frota própria? Se a sua operação precisa de entregas rápidas e frequentes, ou estar disponível 24 horas por dia para realizar serviços, uma frota própria pode ser a melhor opção.

Frota terceirizada

A frota terceirizada é quando se contrata uma empresa prestadora de serviço ou locadora e passa a utilizar seus veículos/serviços sem precisar adquiri-los. Essa transação não envolve apenas a locação de veículos, mas também toda a sua gestão, incluindo seguros, impostos, manutenção, multas etc.

Entre suas principais vantagens está a possibilidade de conseguir alocar recursos conforme a demanda: se o ritmo de trabalho for menor que o esperado, a empresa não tem custos para manter veículos (e motoristas) parados, ela pode reduzir o serviço ou dispensar o contrato.

A frota terceirizada pode ser vantajosa para quem está começando ou não tem capital suficiente para adquirir seus veículos. Outro ponto é que para quem consegue ter bom planejamento sobre suas entregas e não precisa de alterações ou demandas de última hora, usar frotas terceirizadas pode ser bem mais barato.

Por outro lado, o gestor não tem um controle total da sua operação. Afinal, ele não conseguirá acompanhar o passo a passo, nem entender como é gerado o custo de toda entrega. 

Leia mais: Entregador próprio ou motorista de app: qual é a melhor opção para meu negócio?

5 vantagens em investir na gestão de frotas

O sistema de gestão de frota é um recurso tático que ajuda no planejamento e acompanhamento de todas as operações da empresa. 

Esta ferramenta tem a capacidade de centralizar dados e informações, criando um panorama detalhado de como anda a produtividade de cada colaborador, dos resultados e metas alcançados, do desempenho dos automóveis da frota e muito mais. Conheça outros benefícios em ter um sistema para sua logística. 

Manutenções

Todo veículo precisa de uma rotina programada de manutenção corretiva, preditiva e preventiva. Com o apoio de um sistema de gestão é possível organizar essa demanda com mais inteligência e um menor esforço, além de gerar um histórico de despesas e danos que torna útil para decisões estratégicas. 

Redução dos gastos com combustível

O controle de frota permite monitorar, rastrear e prever gastos. Afinal, é possível entender o consumo e a quilometragem a ser rodada, quais rotas ou veículos consomem mais. Então, os gestores que desejam reduzir os gastos com combustível precisam de um acompanhamento tecnológico para obter resultados expressivos. 

Vida útil dos veículos

Manter sempre em boas condições a grande quantidade de peças e componentes de um veículo de carga é um desafio para a gestão. Portanto, medir a performance mecânica sem saber o histórico da operação se torna complexo. Por isso, ter um software como aliado ajuda a manter o controle e prever alguns riscos. 

Rotas mais produtivas

Um sistema de gestão de frotas pode contar com roteirizador que ajudará a planejar trajetos mais eficientes que irão reduzir o tempo de entrega, atender os clientes no prazo, aumentar a capacidade de transporte, entre outros. Além disso, é possível acompanhar toda a frota em tempo real. 

Relatórios completos 

Outro ponto que demonstra qual a importância do sistema de gestão de frota é a gama de dados que o recurso oferece aos gestores. Sendo possível acessar indicadores de desempenho, produtividade da equipe, controle de gastos e alcance das metas.

Tudo isso permite que decisões estratégicas sejam tomadas com maior assertividade e sempre baseada em análises substanciais de informações.

Como escolher um sistema de gestão de frota?

Antes de tudo, o ideal é que o gestor avalie sua operação para levantar quais as principais necessidades. Em seguida, ele deve examinar quais as funções disponíveis no recurso e suas limitações, sempre pensando o quanto o sistema pode contribuir para auxiliar na rotina operacional. 

Também vale a pena verificar se a interface da plataforma é amigável e de fácil utilização, se há suporte eficiente aos clientes por parte da empresa fornecedora, se o software conta com atualizações frequentes e se pode customizar o sistema.

Em resumo, um sistema de gestão de frotas deve oferecer essas funcionalidades básicas:

  • Rastreamento da frota;
  • Análise do comportamento de condução do motorista;
  • Alarmes da frota;
  • Gerenciamento de abastecimento;
  • Planejamento e monitoramento de rotas.

Quando se alia a tecnologia à rotina logística, a primeira mudança percebida é o aumento da produtividade, tanto na área administrativa como na área operacional. Além das reduções de custos.

Neste aspecto, a Vuupt possui diversas funcionalidades, além das citadas, que ajudam a obter um maior controle da sua frota. O nosso sistema permite distribuir a carga entre os veículos, criar o planejamento das rotas com previsão de paradas, rastreamento em tempo real, informações sobre a performance da entrega e muito mais! 

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