Overdelivering: o que é e como aplicar no seu negócio

Overdelivering

Overdelivering é um recurso utilizado para entregar mais do que o cliente espera, agregando mais valor à sua compra.

Além da competição por vendas em lojas físicas, hoje, o cenário se divide também pela internet. Somente vender e atender o cliente rapidamente, não é mais suficiente para os consumidores da atualidade, que são mais exigentes.

Aprimorar a experiência do consumidor e garantir sua satisfação com os produtos ou serviços contratados: essas são as finalidades do overdelivering, uma estratégia que se mostra cada vez mais necessária. Afinal, as pessoas estão mais conscientes do processo de compras e é preciso encontrar uma forma de mostrar que a empresa se importa com o público.

Praticando overdelivering, a empresa agrega valor à marca e fortalece seu posicionamento no mercado. A seguir, confira o conceito dessa estratégia, porque você deve implementá-la na sua empresa, como fazer e quais erros evitar.

Boa leitura! 

O que é overdelivering?

Overdelivering é um termo que vem do inglês, pode ser traduzido livremente como “entregar mais”. Basicamente, overdelivering consiste em entregar algo além do que seu cliente espera no processo de compra, aumentando a percepção de valor.

Existem estratégias semelhantes, mas que não condizem com o overdelivering, por exemplo, quando na compra de um produto você ganha outro, ou um brinde, essa tática pode ser vista como cross selling.

Vamos a um exemplo de estratégia de overdelivering!

Você vai a uma loja de esportes e adquire uma raquete de tênis. Ao pagar, descobre que acabou de ganhar uma aula gratuita de tênis. 

Esse é o principal diferencial desta estratégia, não se utiliza uma isca para incentivar a compra, mas oferece algum produto ou experiência que está além do esperado. Assim, o consumidor percebe o processo como positivo e valoriza ainda mais a marca.

Benefícios ao implantar a estratégia

Você não deve fazer com que seu potencial cliente perceba mais valor em sua oferta somente quando anuncia. Oferecer uma experiência rica vai muito além do momento da aquisição, pois os consumidores gostam de ser surpreendidos.

Logo, essa tática faz com que as pessoas enxerguem mais valor na sua empresa e em todas as etapas do processo de compra. Conheça algumas vantagens dessa estratégia!

  • Superar as expectativas do cliente, agregando valor e aumentando a fidelização;
  • Criar fãs da marca que a divulgam espontaneamente;
  • Aumentar a visibilidade do seu negócio, atraindo mais pessoas com o perfil ideal;
  • Manter os funcionários mais motivados e realmente convictos do que fazem;
  • Fortalecer a cultura da empresa e alinhar o trabalho interno com foco na qualidade da entrega.

Como fazer overdelivering?

O overdelivering começa ainda no processo de compra. Estamos falando de superar a expectativa, o que significa que o prospect já tem algo em mente. Então, o primeiro passo é entender o que você está oferecendo e se seu produto ou serviço realmente cumpre com a promessa de venda.

Outro ponto importante ao desenvolver a estratégia é saber quem é realmente seu cliente/público. A dica é contar com a percepção dos times que estão sempre em contato com o cliente (atendimento, marketing e vendas). Também é relevante observar os dados que já tem sobre o seu público e fazer pesquisas para entender mais sobre o seu comportamento. 

Isso porque, não adianta oferecer um jantar romântico, se a sua audiência é jovem e gosta de balada, por exemplo. Bem provável que a percepção do público será inferior ao valor investido. Por isso, é necessário se atentar ao valor investido e seu retorno, tanto a curto, médio e longo prazo. 

Uma dica é criar listas com possíveis recompensas e escolher aquelas que têm maior compatibilidade com o seu público. Também é fundamental que seja algo que surpreenda e encante o consumidor, mas isso não pode trazer prejuízos para o negócio. 

Algumas práticas de overdelivering

Quando um usuário percebe que uma marca dedicou tempo e esforços para maximizar suas entregas, ele reconhece esse valor e passa a dar preferência ao negócio — por isso, é que o overdelivering vale a pena.

Todavia, diversas empresas acham que terão que promover mudanças grandiosas em suas operações, mas isso não é uma regra. Veja algumas ideias para aplicar no seu negócio. 

  • Prazo de entrega: uma iniciativa de overdelivering bem conhecida é a entrega do produto antes do prazo prometido. Para fazer isso, você precisa otimizar sua logística para atender demandas de forma mais rápida.
  • Brindes: oferecer produtos físicos ou experiências é a forma mais direta de mostrar que você quer agradar o cliente. Pense em algo criativo e qual valor será agregado;
  • Cupons de desconto: além de incentivarem uma nova compra, fortalecem o vínculo com a empresa;
  • Experiências: tendências do momento, elas não precisam se relacionar ao seu nicho de mercado, mas sim à preferência da audiência. A Coca-Cola, por exemplo, faz anualmente a caravana de Natal, oferecendo uma experiência diferenciada. 

Como você viu, o foco desta prática está na satisfação e na retenção de clientes, e existem várias formas de fazer isso acontecer. Em resumo, com criatividade e boas ideias, você conseguirá agradar e cativar pessoas, elevando a percepção de valor da sua marca. Como resultado, terá um público fiel aos seus produtos ou serviços!

 

Crowdshipping: como funciona o delivery colaborativo

crowdshipping

O Crowdshipping é um modelo de entregas em que plataformas fazem a intermediação entre estabelecimentos e entregadores com seu próprio meio de entrega. 

A entrega de mercadoria é, cada dia mais, um momento crucial na jornada de compra do varejo online. Se o processo não é bem feito, a experiência do consumidor é prejudicada, o que põe em risco a chance do cliente comprar novamente e a credibilidade do negócio. 

Para tornar essa operação mais eficaz, um novo modelo vem crescendo: o crowdshipping, uma maneira colaborativa de fazer entregas. Basicamente, são pessoas comuns fazendo entregas da maneira que preferirem, com prazos e preços combinados individualmente.

Diversas plataformas online estão sendo criadas para reunir entregadores, conectá-los ao usuário final e realizarem, assim, a prestação de serviços que propõe ser rápido e de baixo custo, substituindo as formas tradicionais de entrega. 

Veja como funciona este conceito!

Como surgiu o crowdshipping?

Para explicarmos o que é crowdshipping, antes temos que falar sobre o crowdsourcing. Ambas as palavras compartilham o mesmo prefixo, crowd, que significa multidão e passa uma ideia de coletividade. 

O crowdsourcing é um modelo de realização de projetos em que qualquer pessoa pode participar. Ele tem o objetivo de concluir um projeto com menos ou nenhum custo. Na prática, uma pessoa física ou jurídica terceiriza as atividades necessárias para realizar um projeto.

Essa terceirização é destinada ao público geral, ou seja, qualquer um pode contribuir com serviço, conhecimento, bens ou capital. A colaboração pode ser remunerada ou voluntária

Agora, trazendo esse pensamento para o mundo da logística, temos o crowdshipping. Que será explicado no tópico a seguir. 

Afinal, como funciona o crowdshipping?

O crowdshipping, também conhecido de crowdsourced delivery, é um sistema de entrega realizado por pessoas comuns, seja de bicicleta, moto, carro, a pé ou qualquer outro meio de transporte. O objetivo é reduzir os custos envolvidos e o tempo de entrega, além de simplificar os procedimentos logísticos da empresa. 

Basicamente, o método funciona da seguinte maneira: as empresas cadastram em aplicativos de entrega. Por sua vez, pessoas comuns que estejam dispostas a realizar o serviço também se cadastraram. Assim, essas plataformas de entregas reúnem os dois interessados, possibilitando que trabalhem em conjunto. 

Finalmente, quando um cliente realiza um pedido do vendedor, a plataforma identifica o entregador cadastrado mais próximo, designando-o para levar o item ao destinatário. 

Essa é uma das principais tendências na área de logística. A adoção à modalidade de entrega cresceu 515% somente três meses depois do confinamento social decorrente do coronavírus (em março de 2020), segundo informações do SuperVarejo.

Quais os benefícios dessa prática? 

O primeiro ponto é que as empresas não precisam usar exclusivamente o crowdshipping em todas as entregas. É possível, por exemplo, adotar esse recurso apenas em clientes que residem próximo ao estabelecimento. Isso permitirá entregas em um curto período, como é praticado no same day delivery. 

Confira mais vantagens que o crowdshipping pode oferecer:

  • Entregas mais ágeis em centros urbanos;
  • Pequenas entregas não dependem de grandes operações logísticas;
  • Entregas mais flexíveis de acordo com a necessidade da empresa;
  • Escalabilidade, pois permite que a empresa atenda a um número maior de clientes, sem aumentar os custos na mesma proporção;
  • Possibilidade de entregas de produtos perecíveis de forma rápida e segura.

Também há impactos sociais e ambientais positivos. Pessoas que perderam seu emprego têm a opção de uma nova atividade, além de haver estímulo ao desenvolvimento sustentável, pois parte das entregas serão feitas por meios não poluentes, como uma bicicleta.

Desafios da modalidade 

Apesar de ter muitos benefícios, é preciso considerar que o crowdshipping também tem os seus desafios. Nesse sentido, é importante que as empresas tenham consciência sobre os riscos para verificarem se é uma opção viável para o seu negócio.

Em primeiro lugar, como os entregadores são pessoas comuns, elas também são desconhecidas. Para evitar riscos de avarias, atrasos, extravios e outros, é necessário verificar se o sistema responsável pela seleção tem critérios que priorizam a segurança.

Outra questão está ligada aos entregadores, que não possuem direitos trabalhistas como funcionários de transportadoras e de operadores logísticos, por exemplo. Esse é um desafio que tem sido debatido e que é bastante relevante para que esse modelo de entrega seja aperfeiçoado.

O crowdshipping no mercado brasileiro 

O crowdshipping no Brasil já é uma realidade, especialmente nos grandes centros urbanos. A procura por serviços de entrega colaborativas cresceu de forma significativa em nosso país no último ano, devido aos reflexos da pandemia.

Outro comportamento que influenciou foi o crescimento das vendas online. Antes, as aquisições de itens era mais voltada para produtos não perecíveis e de maior valor agregado como móveis e eletrodomésticos.

Atualmente, as opções expandiram se tornando comum comprar produtos de outros mercados como: farmácia, supermercado, açougue, alimentos, dentre outros.

Essa mudança aumentou a demanda de entregas. Afinal, são itens consumidos com maior frequência, que as pessoas costumam pedir diariamente ou semanalmente.

Uma pesquisa realizada pela Zebra Technologies – que envolveu 2.700 profissionais de logística, transporte e varejo – revelou que quase 90% dos varejistas pretendem usar o crowdshipping até 2028.

Outras informações relevantes coletadas na pesquisa são:

  • 32% esperam completar entregas em até 2 horas, 44% entre 3 e 4 horas, enquanto 25% acreditam demorar mais de 5 horas;
  • 30% já utilizam um mecanismo de crowdshipping, mas 87% pretendem aproveitar a tecnologia até 2028;
  • 93% dos entrevistados latino-americanos concordam que se sentem pressionados a reduzir o impacto ambiental gerado pelas entregas por veículo;
  • 90% acreditam que a forma de entrega é uma extensão da marca, ou seja, fator importante para que ela se posicione no mercado;
  • 80% esperam que uma pequena quantidade de pacotes seja entregue por bike até 2028.

Em resumo, o crowdshipping é uma modalidade de entrega que pode ajudar a dinamizar, fortalecer as entregas locais e otimizar a experiência dos consumidores. 

Não menos importante, a empresa precisa ter uma gestão de entregas efetivas. Nenhum processo é efetivo feito de forma isolada, por isso, a importância de sempre se manter atualizado com as melhores práticas do mercado.

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Last mile: a importância de monitorar a entrega em tempo real

entrega em tempo real

A cada dia os consumidores estão se tornando mais exigentes em seu processo de compra. Por isso, as empresas precisam oferecer soluções ágeis e eficientes para o cliente. 

Uma pesquisa realizada pela Opinion Box, em parceria com o Digitalks, revelou que 59% dos clientes não voltariam a comprar de uma loja na qual tiveram um problema e 36% nunca mais compraria com uma marca que atrasou a entrega.

Acompanhar a entrega em tempo real transmite confiança ao cliente, tornando o processo transparente. Assim, conectar o cliente à etapa de last mile se tornou uma necessidade para quem quer construir uma boa reputação e uma relação de fidelidade. 

Um dos grandes desafios para as empresas é monitorar esta etapa da entrega, principalmente, quando não há muita tecnologia disponível em seu processo logístico. Neste artigo iremos explicar a importância do controle das entregas em tempo real. 

Por que acompanhar a entrega em tempo real no last mile?

O last mile, ou última milha, é um conceito que refere-se à etapa final da entrega do produto, partindo de um centro de distribuição até o destinatário final. 

Essa é considerada uma das etapas mais caras da logística, podendo comprometer uma grande fatia do orçamento. Segundo dados da Business Insider, o last mile sozinho corresponde a 53% do custo total de envio do produto

Por isso, a grande importância em acompanhar esta etapa da entrega, para reduzir gastos e melhorar a prestação de serviços ao cliente. Nesta fase, existem ainda, inúmeros processos envolvidos. 

Quando a entrega é feita de forma fracionada, por exemplo, todo o procedimento deve ser feito milimetricamente para garantir que o envio não sofrerá nenhum atraso ou dano. Caso contrário, o cliente não terá uma experiência agradável. Por essa explicação, é possível entender o nível de complexidade e dos problemas que sua empresa pode enfrentar. 

Nestas horas, o uso da tecnologia é indispensável, para que todos os envolvidos no processo, possam acompanhar as entregas e monitorar, preferencialmente em tempo real, a etapa de last mile.

Erros comuns na gestão de entregas 

Quando o processo acontece de forma sinérgica, os impactos são positivos. O cliente recebe seu pedido no prazo e, por ter uma boa experiência, volta a comprar com a marca, o que gera mais vendas e aumenta o faturamento do negócio. 

Por outro lado, quando a empresa não consegue conduzir esse processo adequadamente, a consequência é a insatisfação do cliente, impacto negativo na imagem da empresa, aumento em seus custos e, consequentemente, redução em seu faturamento.

Conheça alguns dos erros mais comuns que ocorrem no last mile:

  • Entregas atrasadas: Imprevistos no trânsito e rotas mal planejadas, podem fazer com que as entregas não sejam realizadas dentro do prazo; 
  • Erro nas entregas: Um volume muito grande de entregas, somado a falta de um controle automatizado, pode fazer com que um pedido seja entregue errado. Além da insatisfação do cliente, é um grande transtorno e gera custos para a empresa, que terá que solicitar a logística reversa da mercadoria.
  • Clientes ausentes: Em muitos casos não há ninguém para receber o pedido. Com isso, o transportador precisa fazer outras tentativas de entrega, o que gera custo para a empresa e também prejudica a experiência do cliente.
  • Falta de rastreio do produto: Aumenta o volume de atendimentos gerados por clientes buscando informações sobre a sua entrega.

Essas questões são comuns quando a empresa não possui um controle do seu processo de entrega. Por isso, a tecnologia e o acompanhamento em tempo real, auxilia na minimização desses erros. 

Como a tecnologia otimiza as entregas no last mile 

Ter controle e integração sobre todos os processos é fundamental e isso somente é possível com o auxílio da tecnologia, que permite a ação conjunta de diferentes atores. 

A empresa otimiza todas as etapas de sua logística e consegue incluir todos que fazem parte do processo. Tornando possível alinhar as atividades e os profissionais, garantindo que tudo seja executado dentro do prazo. 

Conheça alguns benefícios ao utilizar um software para gestão de entregas

Acompanhe as entregas em tempo real

Com um sistema de entregas em tempo real, a empresa consegue ter um controle maior e transparência de todas as etapas de entrega da mercadoria. Isso possibilita que o processo seja fiscalizado, identificando discrepâncias e evitando ocorrências indesejadas na operação.

Por exemplo, imagine que um motorista está atrasado nas suas entregas do dia e não seguiu a rota planejada. Essa é uma ocorrência que poderá ser visualizada imediatamente pela empresa, permitindo que tome providências com mais agilidade para corrigir o problema. 

Outra vantagem é que o cliente pode acompanhar cada etapa do trajeto do seu pedido. Uma plataforma de gestão de entregas consegue notificar o consumidor sobre o status do produto. 

Isso mostra a transparência do processo, aumentando a confiabilidade do cliente. O que pode tornar uma vantagem competitiva perante seus concorrentes.

Planejamento de rotas eficiente 

Uma plataforma de gestão de entregas permite criar rotas de entrega e coletas otimizadas, considerando uma série de parâmetros para o melhor desempenho da operação.

Assim, o motorista não precisa se preocupar em encontrar o melhor caminho para chegar até os endereços. Ele já terá todo o trabalho planejado, como as previsões de chegada e caminhos traçados antes de começar as entregas, como também fará a rota mais eficiente possível.

A roteirização consegue otimizar desde o carregamento dos veículos, levando em conta limitações de peso e cubagem, o horário de trabalho dos motoristas, o tempo de descarregamento, prazo de entrega, entre outros. Isso não facilita apenas a vida do motorista, mas de toda operação de entrega e coleta.

Comunicação integrada

A empresa consegue conversar com o motorista, durante todas as fases do processo e pronta para atuar em caso de imprevistos. A Vuupt, por exemplo, possui um aplicativo exclusivo para se comunicar com o motorista e ainda acompanhar todo o planejamento das entregas do dia. 

Também é possível se comunicar com o cliente, através de notificações por sms ou e-mail. O consumidor é informado a todo o momento sobre a fase de entrega, em que posição seu pedido está e quando chegará até ele.

Otimização inteligente de rotas

Além de planejar rotas mais eficientes e econômicas por meio de um roteirizador, um sistema de entregas ainda permite mais benefícios. 

Em casos de imprevistos é possível em poucos cliques reajustar a rota, encontrando o melhor caminho ou até fazendo alterações no trajeto. Tudo isso para que o pedido seja entregue no melhor prazo possível.

O motorista é notificado automaticamente com a mudança da rota, podendo se adaptar rapidamente ao novo roteiro. Assim, ele não perde tempo ou toma decisão de forma equivocada. 

Reduza os custos da operação logística

Acompanhar a entrega em tempo real proporciona uma melhor relação com a experiência do usuário e a reputação da empresa, e também ajuda na redução de custos.

Os gargalos no atendimento são reduzidos, pois um número menor de pessoas vai entrar em contato solicitando informações sobre o seu pedido. A empresa não precisa contratar mão de obra ou pagar horas extras para dar conta de todos os atendimentos.

A empresa reduz as tentativas de entrega, pois o cliente sabe exatamente a hora em que o seu pedido vai chegar. Dessa forma, consegue se programar para estar no local e receber a sua entrega.

Um sistema disponibiliza ainda muitas informações e dados da operação por meio de dashboards. Portanto, isso contribui para a análise de dados, ajudando a identificar possíveis desperdícios de recursos como de combustível ou até mesmo de atrasos na entrega.

Por exemplo, em casos de devolução de produto ou reclamações de cliente, esses dados permitem entender qual etapa do processo deu errado, se é possível corrigir e até mesmo validar as reclamações. 

O retorno de investir em um software de gestão de entregas garante um resultado amplo, pois traz mais segurança, agilidade, economia, satisfação do cliente, dentre outros benefícios.  

Plataforma da Vuupt: aumente a eficiência em suas entregas

Acompanhar a entrega em tempo real, como vimos ao longo deste conteúdo, é fundamental para proporcionar maior qualidade de serviço e satisfação ao cliente. Ao ter acesso a todas as informações sobre o seu pedido, o cliente se sente mais confiante e o processo se torna transparente. Tudo isso, no entanto, somente é possível com o auxílio da tecnologia. 

A Vuupt, por exemplo, é uma plataforma de roteirização e de gestão de entregas. Com o nosso sistema é possível planejar rotas, executar e analisar todo o processo de entregas, coletas ou prestação de serviços em tempo real. E o melhor, com alto nível de tecnologia, praticidade e baixo custo. 

Um dos maiores benefícios de automatizar a sua roteirização é a garantia de dados atualizados e confiáveis, que fornecem informações importantes para a tomada das decisões estratégicas. Desta maneira, todos beneficiam com o processo – quem programa as rotas, motoristas e os gestores – toda equipe ganha em produtividade e o retorno sobre o investimento é muito maior.

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Atraso na entrega: como isso afeta a satisfação do cliente

Atraso na entrega

O atraso na entrega afeta diretamente a experiência de compra do cliente, além de prejudicar financeiramente o negócio. Principalmente quando falamos do varejo online. 

A popularização e o acesso a internet no Brasil tem facilitado a compra online. Prova disso, foi o faturamento das lojas online cresceu 47% no 1º semestre de 2020, em comparação com o mesmo período de 2019. É a maior alta do setor em 20 anos, conforme um levantamento da Ebit/Nielsen.

Por outro lado, cresceu o índice de reclamações. Um levantamento feito pelo Procon de São Paulo registrou um aumento de 285% nas reclamações contra compras online de 2019 para 2020.  Os principais motivos de reclamação neste ano são a demora ou não entrega do produto, com mais de 31,6 mil registros, seguidos por problemas com cobrança, com mais de 10,5 mil reclamações.

Para garantir que o cliente sairá satisfeito da experiência de compra com sua marca, deve-se investir tempo e recursos, criar um bom planejamento e executá-lo com eficiência. Isso vai minimizar e até eliminar os atrasos com entregas. 

Conheça algumas dicas práticas para potencializar seu e-commerce, minimizar falhas e melhorar a sua gestão de entregas.

Atraso na entrega x Satisfação do cliente

Sua empresa recebeu uma notificação de compra, em seguida é preciso validar as informações e confirmar o pagamento. A próxima etapa é separar os produtos no estoque e direcionar para o embalo. Após é o momento de direcionar para o transporte, que pode ser um parceiro logístico ou entregador próprio. 

A partir do momento em que o pedido sai da empresa, muitos gestores perdem o controle de suas entregas. Não sabem quanto tempo exatamente vai levar para ser concluída, se o entregador está seguindo a rota planejada ou até mesmo se houve imprevistos no trajeto.  

É muito comum acontecer problemas como:

  • Trânsito intenso;
  • Problemas operacionais;
  • Extravio;
  • Roubo de carga;
  • Dificuldades de acesso;
  • Cliente ausente na entrega;

Tudo isso gera atraso na entrega ou até mesmo o não recebimento do produto no prazo estabelecido. O que acarreta em prejuízos para o negócio e insatisfação do cliente.

Contudo, esse processo envolve uma etapa chamada de last mile – a última milha – ou seja, a etapa final do transporte da mercadoria, considerando quando ela sai do centro de distribuição até o cliente.

Não ter informações sobre essa última etapa e todos os problemas que podem impactar esse processo, pode custar alto para o negócio. Por isso, a grande importância em investir em tecnologias para aumentar a eficiência do last mile, reduzindo gastos e melhorando a prestação de serviços ao cliente. 

O que fazer para evitar atrasos na logística de entregas?

Parece que não, mas é possível evitar que o cliente receba um produto com atraso na entrega. Para isso, é fundamental a adoção de algumas medidas para aprimorar o serviço, como por exemplo:

  • Utilize um software de gestão de entregas: um sistema irá planejar rotas eficientes, organizar os pedidos de acordo com a capacidade dos veículos, notificar os clientes sobre o status da sua entrega e muitas outras funcionalidades. Além disso, é possível acompanhar toda operação em tempo real. 
  • Otimização dos processos logísticos: reduza ao máximo as tarefas manuais,  isso diminui os erros na operação e aumenta a eficiência, tornando as atividades ágeis. Os profissionais podem se dedicar em ações mais estratégicas, por exemplo. 
  • Acompanhamento de indicadores: os indicadores mostram como anda o desempenho do negócio, onde estão as falhas e quais etapas precisam de melhorias. O gestor consegue usar esses dados para uma melhor tomada de decisão.
  • Treinamento de colaboradores: os profissionais devem passar por treinamentos constantes, com objetivo de aperfeiçoar o conhecimento, aprender a utilizar novos recursos e auxiliar na indicação de melhorias.
  • Diversificação na modalidade de entrega: ter liberdade na hora de escolher como quer receber seu pedido, vai ajudar o cliente a ajustar o serviço às suas necessidades, seja por questão de valores, de tempo ou comodidade, uma das maiores vantagens de comprar online. 

Tenha transparência em suas ações 

Oferecer um bom atendimento envolve desde a entrega de um site funcional e de fácil navegação, até o momento da entrega do produto. Manter o cliente informado é a melhor forma de conquistar sua confiança.

Durante o processo de compra, a empresa deve oferecer ao cliente o máximo de informações possíveis sobre o produto. Utilizar fotos de ângulos diferentes e com qualidade, descrever o produto em detalhes e explicar suas características são algumas maneiras de entregar uma experiência positiva e verdadeira. 

O que isso quer dizer? O cliente terá convicção do que comprou e não se sentirá lesado por receber um produto que não condiz com o que estava no site.

Outro ponto importante é notificar o cliente sobre as etapas do processo e o status da entrega do produto é fundamental, isso demonstra uma transparência e gera confiabilidade para sua marca. 

Cuidado e segurança dos produtos

A integridade dos produtos depende de diversos fatores. A começar pelo recebimento por parte do fornecedor, o descarregamento dos produtos e seu armazenamento devem ser feitos com cautela. Isso garantirá que nada seja danificado.

Na estocagem, os produtos devem ser armazenados sob as condições adequadas, com ambiente bem refrigerado, longe de calor, sol, chuva ou vento. Além disso, uma limpeza rotineira vai manter as embalagens sempre bonitas e novas. 

Durante a entrega para o cliente o cuidado deve ser redobrado, afinal o produto já foi vendido e pago. Caso seja danificado, a empresa terá um grande prejuízo.

Gestão de estoque eficiente

Garantir que o prazo de entrega seja cumprido não depende apenas da operação logística. O processo começa ainda no estoque. A organização e a gestão nessa área irão garantir que a empresa tenha o produto em estoque para ofertar ao seu cliente. 

Assim, não acontecerá imprevistos como o cliente adquirir um produto e não estar mais disponível. Ou ainda atrasar o pedido para reposição com fornecedor ou devolução do dinheiro. No entanto, todas as situações prejudicam a experiência do cliente, pois houve um erro no processo e além disso, o produto não será entregue dentro do prazo.

Não esqueça da logística reversa 

A empresa também deve se atentar para os processos de logística reversa, que é quando o produto precisa retornar ao centro de distribuição. 

Essa etapa não pode ser negligenciada, principalmente, porque, em muitos casos, o produto terá que retornar para o cliente. É necessário garantir que o consumidor terá uma boa experiência no envio do produto e depois em recebê-lo novamente. 

As informações devem ser passadas com clareza e objetividade, o cliente deve ser amparado e se sentir atendido nesse momento. Pois, a devolução de um produto pode ser extremamente negativa para a sua experiência. 

Vale a pena adotar um controle de entregas na transportadora?

Em um cenário onde agilidade e mobilidade são essenciais, empresas de distribuição precisam contar com soluções práticas e eficientes, para otimizar o tempo e reduzir o atraso na entrega. 

Através da gestão de entregas, a tecnologia ajuda essas empresas a se organizarem melhor, aperfeiçoar a logística e fortalecer sua produtividade. Por isso, é indicado adotar plataformas que integrem todas as etapas do processo, desde o envio até a finalização da entrega.

Diversas informações e detalhes extras podem ser acessados a partir do controle de entregas, que permite a evolução de toda a sequência de distribuição.

Assim, não apenas a logística pode ser melhorada, mas também o transporte, as rotas, a comunicação geral, e, por fim, a satisfação do cliente.

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KPIs do delivery: conheça 10 indicadores para o seu negócio

kpis do delivery

Você sabe quais são as principais KPIs do delivery? Por que usar esses indicadores de desempenho?

Provavelmente, já deve ter ouvido a frase “o que não pode ser medido, não pode ser gerenciado”, essa sentença foi dita pelo professor norte-americano William Edwards Deming e tem tudo a ver com o assunto deste artigo.

O mercado de alimentação é altamente competitivo e dinâmico, por isso, é preciso pensar constantemente em estratégias que garantam o sucesso do negócio. Essas métricas são essenciais para descobrir quais áreas do restaurante precisam ser melhoradas e quais mantêm retornos satisfatórios. 

No caso dos serviços de delivery, o uso desses indicadores é ainda mais importante, afinal, existem muitas opções disponíveis e consumidores cada vez mais exigentes tanto em relação à qualidade dos pratos quanto no que diz respeito à excelência do atendimento. 

Neste post, vamos apresentar 10 indicadores para acompanhar e ajudar a gerenciar melhor o seu food delivery. 

O que são KPIs do delivery?

Para conhecer os principais indicadores do delivery, antes é preciso entender o conceito e sua importância para o negócio. 

O indicador-chave de desempenho, também conhecidos como KPI (Key Performance Indicator), é uma ferramenta de gestão para medir se uma ação ou um conjunto de iniciativas está efetivamente atendendo aos objetivos propostos pela empresa. 

Os indicadores podem ser um número ou percentual, acompanhados tanto por meio de planilhas (manualmente) como por softwares (automaticamente). O ponto central é saber escolher quais são os indicadores a serem medidos. 

Analisar as KPIs do delivery é a forma que o gestor usará para detectar problemas logísticos e falhas em processos. Como as métricas são baseadas em números reais da operação, é possível comparar resultados ao longo do tempo e até mesmo avaliar o serviço de delivery em comparação com a concorrência.

Como definir as KPIs do delivery?

O primeiro passo é que os KPIs estão diretamente ligados aos objetivos por um motivo simples: são eles que medem a performance de cada um dos objetivos. 

São diversos fatores que influem na efetividade dos KPIs do delivery, desde as ferramentas utilizadas para captação de informações até as pessoas que irão realizar a análise dos dados coletados. 

De qualquer forma, existem algumas características importantes que devem ser consideradas para sua construção, como por exemplo:

  • É necessário objetividade;
  • Precisa ser mensurável;
  • Precisa ser verificável;
  • Comprometimento dos envolvidos no processo.

O que isso significa? A decisão deve englobar indicadores-chave que sejam facilmente decifráveis. Não apenas para o setor que vai utilizar os dados, mas também para a pessoa que vai coletar as informações e analisar. 

Em outras palavras, a melhor forma de decidir quais indicadores-chaves utilizar é colocando na balança do “valor agregado”. Por isso, deve-se realizar alguns reflexões para chegar a uma definição final, como:

Por que esses indicadores trazem resultados significativos para um setor e a empresa? Ele possui utilidade para gestores ou outras pessoas envolvidas no processo?

Se chegar à conclusão que os resultados fornecidos não sofrerão alterações, nem mesmo com mudança de estratégia e investimento, ele pode não ser uma boa referência para acompanhar. 

Leia mais “Indicadores logísticos: como montar o dashboard na sua empresa”.

Conheça 10 indicadores de desempenho do delivery

Como foi visto, é você quem decide quais são as métricas que merecem ser monitoradas em seu negócio. Tudo vai depender do planejamento estratégico criado para seu estabelecimento. Reunimos, a seguir, 10 exemplos de KPIs do delivery que podem ser adotados na sua empresa. 

1- On-Time & In-Full (OTIF)

O funcionamento de qualquer negócio deve ter como meta a satisfação de seus clientes. O OTIF serve para mensurar a eficiência da logística pela ótica do consumidor.

Em resumo, temos um indicador que observa se o pedido foi entregue dentro do prazo (on-time) e se os demais processos de atendimento e logísticos foram eficientes (in-full). Em outras palavras, verifica-se se o cliente recebeu a mercadoria que pediu, dentro do prazo e no endereço correto. A fórmula é a seguinte:

kpis do delivery

Para obter resultados confiáveis e aproveitar os dados colhidos, é aconselhável ter os registros de data e hora em que o pedido foi feito, contar com uma previsão de entrega ao cliente e, claro, manter as informações de OTIF atualizadas.

2- On-Time Delivery

O indicador de On-Time Delivery aponta quantos pedidos foram entregues de acordo com o prazo estipulado pelo restaurante e esperado pelo consumidor. Para tanto, é preciso definir esses prazos e realizar um registro atualizado e preciso quanto aos horários da entrega. O cálculo é dado por meio da equação:

calculo OTD

Seu OTD será positivo sempre que o consumidor receber o pedido antes ou no horário estipulado no momento da compra. Se o percentual de entregas realizadas depois do prazo for recorrente, você precisa avaliar outras etapas do processo do delivery, como o tempo para a elaboração do pedido.

3- Tempo de ciclo do pedido

Esse indicador aponta o período que decorre entre o processamento da solicitação em si e a entrega final para o consumidor. Um tempo de ciclo menor, representa uma maior eficiência e, possivelmente, resultados mais positivos nas outras métricas.

Para calculá-lo, basta usar a seguinte fórmula: 

Tempo de ciclo do pedido

Depois de calcular o tempo de ciclo de cada pedido, o ideal é que você calcule a média (diária, semanal, mensal) de todos os ciclos para ter um parâmetro mais preciso.

4- Custo de entrega dos pedidos

Em um restaurante digital, os custos referentes às entregas envolvem, por exemplo, o serviço dos entregadores, a taxa paga aos aplicativos para entrega e os materiais utilizados para o armazenamento e o transporte dos pedidos.

Esse indicador pode ser identificado a partir do cálculo:

kpis do delivery

Medir esse custo pode ajudar a entender se vale a pena deixar toda a logística por conta dos aplicativos ou não, por exemplo. 

O ideal é que ele apresente os menores índices possíveis. Caso os custos estejam elevados, pense em soluções para diminuir as despesas com o frete e a embalagem dos alimentos, trocando o fornecedor ou negociando descontos na aquisição dos produtos.

5- Custo de transporte como porcentagem de venda

Os custos logísticos de uma empresa representam grande parte do orçamento. Sendo assim, buscar os menores gastos é fundamental para que um negócio mantenha sua saúde financeira e possa competir no mercado.

Ao monitorar os custos de transporte, a empresa poderá verificar o quanto ele está representando do total das vendas efetivadas em determinado período. Assim, poderá ser evidenciado se os valores pagos de transporte estão dentro do esperado, ou se precisam ser reduzidos.

​Pode ser calculado com a seguinte fórmula:

Custo transporte

6- Order Fill Rate (OFR)

O indicador OFR tem como objetivo calcular qual é o tempo gasto no processamento interno de um pedido de compra, desde a separação até a expedição.

Quanto mais segregada é a avaliação, mais preciso será o resultado. O ideal é que o indicador seja aplicado de forma separada em cada linha de produção, cliente ou tipo de mercadoria, e seja medido de forma frequente. O cálculo pode ser feito de forma simples.

kpis do delivery

7- Ticket médio por pedido

Você pode até ter uma ideia do custo médio de cada pedido em seu restaurante, mas é possível encontrar a margem de lucro gerada por cada prato a partir da métrica do ticket médio. Você pode calculá-lo a partir da equação: 

kpis do delivery

Não existe um índice ideal para esse indicador de desempenho, já que ele varia de acordo com o planejamento estratégico de cada estabelecimento. Caso o ticket médio apresente resultados muito baixos ou exista uma grande variação entre um mês e outro, é hora de revisar as estratégias e até mesmo pensar em inovar o cardápio.

8- Custo de Mercadoria Vendida (CMV)

O CMV é o valor gasto para produzir cada prato do seu cardápio. É necessário medi-lo com frequência, já que o preço dos produtos para produção variam bastante. 

O ideal é calculá-lo diariamente ou, no máximo, semanalmente, e garantir que o resultado final esteja sempre dentro de 28% a 31% da receita, podendo chegar no máximo a 35%.

Você pode medir o CMV a partir da seguinte fórmula:

CMV

9- Lucro bruto

Essa é uma métrica essencial para o controle de gastos e planejamento mensal, pois define quanto o restaurante tem disponível para lidar com os custos fixos.

O lucro bruto é um dado muito importante, que deve ser acompanhado sempre. Caso esteja baixo, é necessário agir rápido, com novas estratégias.

O cálculo para medi-lo é:

lucro bruto

10- Net Promoter Score (NPS)

O NPS é um indicador que ajuda a medir o nível de satisfação dos seus consumidores.

Para que você consiga fazer o cálculo, o cliente só precisa responder a seguinte pergunta: “Em uma escala de 0 a 10, o quanto você recomendaria o nosso restaurante para seus amigos e familiares?”

Depois de coletar o maior número de respostas possível, separe os clientes em três grupos:

  • detratores (insatisfeitos, dificilmente voltariam ao restaurante) para as notas de 0 a 6;
  • neutros (podem voltar, mas não são clientes fiéis) para as notas 7 e 8;
  • promotores (muito satisfeitos e, provavelmente, são clientes fidelizados) para as notas 9 e 10.

Para medir o percentual de NPS é necessário a seguinte fórmula:

nps

Para exemplo, utilizamos 10 respostas, sendo: 6 clientes promotores; 2 detratores e 2 passivos.

O cálculo da nota ficaria da seguinte forma:

0,6 (60% promotores) – 0,2 (20% detratores) = 0,4  

Passando para porcentagem chegamos ao número 40 que é a nota no NPS.

Em geral é considerado para benchmarking os seguintes parâmetros:

  • Excelente – entre 75 e 100
  • Muito bom – entre 50 e 74
  • Razoável – entre 0 e 49
  • Ruim – entre -100 e -1

Como um sistema de gestão contribui para cada KPI do delivery?

São muitos os indicadores que podem ser desenhados para a estratégia da empresa, o principal fator que deve ser considerado na elaboração do KPI é a qualidade da informação. Isso porque, registros manuais tendem a ter baixa confiabilidade pelos eventuais erros de lançamentos, fórmulas incorretas ou até segurança nos acessos. 

Além disso, para monitorar os indicadores definidos é preciso registrar os dados diariamente a fim de ter base para a análise posterior. De preferência, o restaurante deve contar com um sistema que reúna todas essas informações em um só lugar, de maneira organizada. Pode ser, por exemplo, um sistema de gestão de entregas.

Um software para a gestão atua para corrigir esse problema, os registros estão consolidados em uma base e muitas das vezes, apresentam relatórios prontos. Em poucos cliques, é possível acompanhar a operação diariamente. 

Além dos relatórios emitidos, um sistema vai ter uma utilização ampla na operação logística como um todo, pois oferece possibilidade de planejar prazos de entrega, rotas, financeiro, dentre outros. 

Portanto, a definição de indicadores de desempenho, bem como seu acompanhamento, deve ser uma atividade rotineira para o setor — e que pode ser aprimorada com ajuda da tecnologia. 

A Vuupt é uma plataforma de roteirização e gestão de entregas, o nosso software além de diversas funcionalidades, permite acompanhar todo o lado de gestão da sua última milha. Um jeito simples para acompanhar os seus KPIs do delivery!

Quer conhecer a plataforma? Fale agora com um dos nossos especialistas.

Como a Vancaus melhorou a experiência do cliente utilizando a Vuupt

vancaus

O que fazer com atrasos na rota, alta taxa de reentrega e clientes que não conseguem acompanhar o seu pedido? Esses são problemas bem comuns em uma operação de entrega, veja como a Vancaus venceu esses desafios com a implantação da plataforma da Vuupt. 

Sobre a Vancaus 

A Vancaus é uma empresa de e-commerce focada no segmento de moda. A fábrica, localizada em Belo Horizonte, conta com a estrutura de toda linha de produção e distribuição das mercadorias. 

Fundada em 2019, a empresa atende o mercado de Beachwear. Todos os seus produtos são feitos de forma artesanal, atendendo diversos estilos e as necessidades dos seus clientes. 

Os desafios logísticos 

Por se tratar de um e-commerce, a Vancaus sempre geriu o seu serviço de entrega. A logística era organizada manualmente com auxílio de um GPS, o motoboy criava as rotas e fazia a distribuição dos produtos. 

Com alto volume das entregas diárias, o aplicativo de navegação tornou-se inviável, pois era possível organizar apenas nove endereços por vez. Devido a esta questão, o motoboy precisava voltar mais vezes na loja, além das entregas demorarem mais que o esperado, por falta de uma otimização dos endereços no GPS. 

Outro problema logístico, era clientes ausentes no período de entrega. Por muitas vezes, o motoboy não encontrava ninguém em casa, precisando refazer essa entrega. O que gerava um custo maior para operação.

Como as clientes não eram notificadas sobre o horário da entrega, algumas vezes demoravam para atender o entregador, isso criava um atraso na programação das rotas. Além disso, a Vancaus precisava em alguns momentos intermediar o contato entre cliente x motoboy, para avisar sobre a entrega do produto, demandando um tempo maior nas tarefas operacionais

A implantação da plataforma da Vuupt

No processo de entregas da Vancaus, a agilidade é um dos quesitos primordiais para o negócio. Dependendo do horário de compra, a entrega acontece no mesmo dia. O que exige um planejamento assertivo para conseguir cumprir todos os prazos. 

Por isso, a empresa optou por adotar uma tecnologia na sua operação. Para Clara Marcilio, CEO da Vancaus, o processo de implantação na Vuupt foi um período de fácil adaptabilidade: 

“A implantação foi super simples, a plataforma é muito fácil de utilizar. Facilitou muito a nossa vida.”

Clara ainda ressaltou a acessibilidade em contatar o suporte da Vuupt nos momentos de dúvidas, além da praticidade que o software trouxe para operação logística.

Os resultados obtidos pela Vancaus

A Vancaus obteve mais eficiência para suas rotas, aumentando o número de entregas e reduzindo o seu prazo. Além de ter uma gestão da sua operação, controlando os gastos com a entrega, monitorando os motoristas e notificando os clientes sobre o status do seu pedido. 

“Os resultados foram incríveis! Nossos clientes ficam muito satisfeitos com as entregas rápidas e com o horário marcado. Nosso motoboy ficou ainda mais satisfeito, facilitou o trabalho dele e assim ele consegue entregar mais rápido, e quanto mais rápido, melhor.” Clara Marcilio – CEO Vancaus

Outra facilidade que a plataforma proporciona é programar as entregas com diversas restrições. Como os pedidos são entregues em horário comercial é preciso criar a rota dentro de horários específicos, além disso, muitos clientes precisam receber os produtos em um prazo determinado. O sistema programa essas rotas com assertividade, garantindo um número maior de entregas e o cumprimento do prazo

A empresa ainda destacou a importância dos clientes receberem notificações sobre o status da sua entrega. Isso ajudou a diminuir o número de reentregas, reclamações por não receber o produto no dia e reduziu o tempo de parada do motoboy em um endereço. Para Clara, esse foi um dos grandes benefícios na sua operação logística:

“ As notificações viraram um diferencial competitivo para a empresa, as clientes elogiam bastante as notificações de entrega. Além disso, a economia foi muito grande, pois tínhamos prejuízo quando a cliente não estava em casa. O motoboy atrasava as entregas e, em alguns casos, ainda precisava acontecer essa reentrega, o que era um custo novo para nós.”

Essa facilidade também foi muito importante para o entregador. O motorista agora fica mais tranquilo para executar o percurso, muitas vezes, ele chega para fazer a entrega e o cliente já está na porta para receber o produto. Isso fez aumentar bastante a produtividade dele, relatou Clara. 

Outro benefício foi ter um controle maior da gestão de entregas, com os relatórios e informações da plataforma, é possível extrair dados como o número de corridas e quilometragem rodado por entrega, facilitando o pagamento do entregador. Além de dados sobre a operação e avaliações dos clientes sobre o serviço, auxiliando a criar insights para o negócio. 

Sobre a Vuupt

A Vuupt é uma logtech brasileira, fundada em 2015, especializada na gestão da última milha. Acreditamos que ao unir inteligência, inovação e tecnologia podemos solucionar problemas, aumentar a produtividade, otimizar recursos, reduzir falhas operacionais, e, sobretudo, conectar as empresas às tendências logísticas de seu segmento. 

Nós nascemos inspirados em modelos de negócios mais maduros e que provaram sua eficiência por todo o mundo. Para isso, criamos uma plataforma especialmente planejada para atender as necessidades de diferentes mercados, transformando a gestão de entregas e coletas em um processo simples, rápido e eficiente.

Quer elevar o nível da sua gestão de entregas e coletas também? Fale agora com um dos nossos especialistas. 

Dicionário de logística: conheça os principais termos do mercado

dicionario logistico

A logística possui sua própria linguagem e diversos termos técnicos. Os profissionais que atuam na área, sejam eles menos ou mais experientes, devem conhecê-los.

Para você entender melhor sobre o mundo da logística, a Vuupt reuniu alguns termos e siglas da área. Se você preferir, selecione a letra inicial da palavra que deseja procurar no nosso “ABCD da logística”.

A B CD E FGHIJKLMNOPQRSTUVX/W/Z

A

Abastecimento direto – canal de distribuição com a ausência de intermediários entre o produtor e o consumidor final. O produtor assume as responsabilidades que normalmente são repassadas a um intermediário. 

Abastecimento industrial – atividade dedica a prover à empresa todas as suas necessidades de serviços, ativos fixos, materiais, utilidades e cuidar da recuperação, venda e descarte de seus resíduos de equipamentos, materiais, efluentes e energia. 

Administradora de Meio de Pagamento Homologado – são empresas regulamentadas pela Resolução ANTT que oferecem meios de pagamento legal aos motoristas autônomos. É uma alternativa para quem não quer utilizar o depósito em conta.  

AD Valorem – taxa de seguro cobrada sobre certas tarifas de frete ou alfandegárias proporcionais ao valor total dos produtos da operação (Nota Fiscal).

A-Frame – um sistema modular com estrutura em “A” com alta produtividade, ele separa diversos pedidos com grande precisão em um curto período de tempo. Integrado por uma esteira transportadora com canais laterais. Cada um dos canais fica com determinado SKU, tendo capacidade para armazenar diversas unidades. Ao final da esteira, os produtos são automaticamente transferidos para caixas e destinados à área de embarque.

Agente de Carga – é um prestador de serviço logísticos que desenvolve soluções para os usuários do transporte de carga em qualquer modal (aéreo, marítimo ou terrestre). Em resumo, ele é o profissional responsável por tratar de toda a parte documental e física do embarque internacional de cargas. 

AGVAutomated Guided Vehicle System, no português significa Sistema de Veículo Guiado Automaticamente. É uma rede que se movimenta automaticamente, orientando um ou mais transrobots, posicionando em determinadas destinações sem a intervenção de um operador.  Isso é utilizado para integrar máquinas e otimizar tempo.

Alto giro – característica atribuída a um item ou material devido à sua alta frequência de uso ou elevada utilização em determinado período. 

ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres. É o órgão responsável no Brasil pela regulação das atividades de exploração da infraestrutura ferroviária e rodoviária federal e de prestação de serviços de transporte terrestre.

Apólice de Seguro de Carga – Contrato firmado entre a seguradora e o contratante do seguro (embarcador, recebedor ou transportadora) onde estão definidas as principais condições do seguro de transportes de carga como: limite máximo de garantia (LMG), taxas do serviço prestado, condições cobertas, condições não cobertas e regras de segurança. 

Área de Expedição – É a área demarcada nos armazéns, próxima das rampas/plataformas de carregamento, onde os materiais que serão embarcados/carregados são pré-separados e conferidos, a fim de agilizar a operação de carregamento. 

Área de Quebra – É a área demarcada nos armazéns, geralmente próxima da entrada, onde as embalagens, produtos e materiais recebidos são desembalados, separados, classificados e até reembalados de acordo com o sistema ou interesse de armazenamento do armazém/empresa.

Armazém – Área destinada à guarda de materiais. Lugar coberto, onde os materiais/produtos são recebidos, classificados, estocados e expedidos.

Atacadistas – Intermediário entre fabricantes e varejistas. Compra e vende as mercadorias, trabalhando para diversos fornecedores, inclusive empresas concorrentes.

Averbação – Registro da operação de transporte, junto a seguradora contratada, para reconhecimento da cobertura securitária, na ocorrência de um sinistro. Usualmente, a averbação corresponde ao preço das mercadorias, sem os impostos cobrados na nota fiscal de venda. Através destes valores, são apuradas as taxas do serviço de seguro (Ad Valorem), cobrado pela seguradora do contratante da apólice (embarcador, recebedor ou transportadora).

B2B Business to Business, ou empresa para empresa. Trata-se de empresas que vendem produtos ou serviços para outras empresas. 

B2CBusiness to Customer, ou empresa para consumidor. São os negócios destinados a vender diretamente para o consumidor final.

Back Office – Nome dado aos departamentos que não têm contato direto com o consumidor final. Trata-se normalmente dos setores de administração e financeiro da empresa.

Balsa – Embarcação utilizada em rios e canais para o transporte de veículos e pessoas.

Banguela – Expressão utilizada no transporte rodoviário, que significa andar sem estar engrenado, ou seja, no ponto morto da marcha.

Bar code – Código de barras.

Batendo Lata – Expressão utilizada no transporte rodoviário, quando o caminhão volta vazio (não tem carga de retorno).

Benchmarking – É um processo de avaliação da empresa em relação à concorrência, por meio do qual incorpora os melhores desempenhos de outros negócios e aperfeiçoa os seus próprios  processos. 

Bi-trem ou Reboque – É o conjunto monolítico formado pela carroceria com o conjunto de dois eixos e pelo menos quatro rodas. É engatado na carroceria do caminhão para o transporte, formando um conjunto de duas carrocerias puxadas por um só caminhão.

Blocagem ou Block Stacking – Empilhamento simples sem uso de porta-paletes, no qual os paletes são empilhados diretamente no chão.

C

Capacidade de Carga – É o peso máximo da carga que poderá ser movimentada por uma empilhadeira, com um centro de carga específico.

Capacidade Logística – Capacidade de uma empresa em fornecer competitivamente alto nível de serviço ao cliente e economia de custos na logística e uma forte posição de mercado devido a um sistema logístico estruturado. Possui sete dimensões: serviço ao cliente, qualidade da logística, canal de distribuição, custo baixo, disponibilidade, tempo e comunicação.

Carga – Produtos a transportar ou transportados. Também pode ser a quantidade de trabalho programada em uma fábrica, usualmente expressa em termos de horas de trabalho. 

Carga fechada– O mesmo que carga lotação, ou seja, que ocupa um veículo inteiro para ser transportada.

Carga fracionada – Carga com pequenas quantidades de produtos que sozinhos não preenche um veículo inteiro.

Cargas a granel – Produto que não é ensacado, embalado ou encaixotado.

Cargas frigoríficas – Produtos de características perecíveis e congeladas.

Cargas perigosas – São aquelas que contém produtos que representam riscos à saúde das pessoas, ao meio ambiente ou à segurança pública, sejam eles encontrados na natureza ou produzidos por qualquer processo.

Cargas secas – Aplica-se aos produtos industrializados e não perecíveis.

Cadeia de Demanda – Oposto da cadeia de suprimentos, que utiliza o processo de “empurrar”, a cadeia de demanda é impulsionada pelos clientes e não pelos fabricantes de produtos.

Cadeia de Suprimentos – Conjunto de fornecedores de uma empresa para criação, desenvolvimento, fabricação e distribuição de seus produtos. 

Centro de Distribuição (CD) – Espaço utilizado para manuseio, armazenagem e administração de produtos de distribuição física.

Centro de Distribuição Compartilhado – Centro de Distribuição em que empresas com interesses e necessidades em comum dividem o espaço.

CIOT – Código Identificador da Operação de Transporte. É uma numeração única de cada contrato e que regulamenta o pagamento do valor do frete.

Ciclo de Vida do Produto – Período de tempo entre a data de introdução e a data final de um produto no mercado. Fases: introdução, crescimento, maturidade, saturação, declínio e retirada.

CNAE – Classificação Nacional de Atividades Econômicas. É o instrumento de padronização nacional dos códigos de atividade econômica que determinam qual tipo de atuação a empresa está autorizada a exercer.

CNT – Confederação Nacional do Transporte. É a entidade máxima no setor de transportes.

CONTRAN – Conselho Nacional de Trânsito. Responsável por coordenar e integrar os órgãos e atividades do Sistema Nacional de Trânsito.

Commodity – Artigo ou mercadoria com especificação comum no mercado, sem diferenciações e de fácil obtenção.

Comboio– Conjunto de veículos que seguem juntos para um mesmo destino. Utilizado principalmente por motivo de segurança; carros de munições e mantimentos que acompanham as forças militares.

Controle de Custos– Atividade para eliminar desperdícios caracterizados pela utilização de insumos em quantidade acima dos valores padrões determinados pelo projeto. 

Controle de Estoque – Técnicas e atividades para se manter um determinado nível de estoque de itens como: matéria-prima, materiais em processo e produtos acabados. 

Consolidação de Cargas – Consiste em criar grandes carregamentos a partir de vários outros pequenos. Resulta em economia de escala no custo dos fretes.

Contêiner – Equipamento de metal no formato de uma grande caixa, que serve para o transporte de diversos materiais, fazendo assim uma unitização de cargas, que ao estarem acondicionados no seu interior, não sofrem danos durante o percurso e nem em caso de transbordo para outros modais.

Cross Docking – Sistema de distribuição sem estocagem. Processo no qual o produto é entregue o mais rápido possível ao ponto de entrega.

CTC – Cooperativa de Transporte Rodoviário de Cargas.

CTDCombined Transport Document ou Documento de Transporte Combinado.

CT-e – Conhecimento de Transporte Eletrônico. Documento digital para qualquer modal de transporte com validade em todo o território nacional. Serve para a fiscalização e registro dos itens transportados pelo prestador de serviço.

Curva ABCActivity Based Costing, ou Custeio Baseado em Atividades, é um método organizacional de estoque que permite que as empresas identifiquem os produtos mais importantes.

Custos Fixos Diretos – São todos os custos ligados diretamente à atividade em questão. No caso do cálculo de um frete, por exemplo, o custo fixo direto está relacionado ao veículo, como pneus, diesel, troca de óleo, entre outros.

Custos Fixos Indiretos – São os custos que não estão ligados diretamente à atividade mencionada.

Custo Logístico – É a somatória do custo do transporte, do custo de armazenagem e do custo de manutenção de estoque.

D

DANFE – Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica.

DACTE – Documento Auxiliar de Conhecimento de Transporte Eletrônico. Trata-se de um código de barras que serve para facilitar todas as informações que simplificam o CT-e, como identificação do emitente, destinatário, valor do frete e da mercadoria.

DAS – Documento de Arrecadação do Simples Nacional.

Data Warehouse – Armazenamento de dados.

Depreciação de Veículos– É a perda do valor do veículo com a variável de tempo, uso e quilometragem rodada.

Despesas Operacionais – Compreendem as despesas necessárias para a empresa vender, administrar e financiar suas atividades.

Diárias de Transporte – Quando uma coleta ou entrega não é finalizada por algum problema com o embarcador ou destinatário, essas taxas são regidas por Leis do transporte para que remunerem a permanência do motorista, carreta e cavalo mecânico aguardando carga ou descarga na origem ou no local de entrega.

DNIT – Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes.

Docas – É o local intermediário que as mercadorias ficam entre a expedição e os transportes (vários modais), a fim de facilitar e agilizar a operação de carregamento e descarregamento.

DRPDistribution Requirements Planning, ou Planejamento dos Recursos de Distribuição. Parâmetro de quanto e quando determinada mercadoria deverá ser entregue à loja. Leva em consideração a disponibilidade do estoque e tempo da entrega no Centro de Distribuição (CD).

E

E-commerce – Comércio em plataformas digitais

EDI – Electronic Data Interchange ou Intercâmbio Eletrônico de Dados.

Embalagem ou Package – Envoltório apropriado, aplicado diretamente ao produto para sua proteção e preservação até o consumo/utilização final.

Embarcador – Pessoa ou empresa responsável pelo embarque da carga a ser transportada. Mesmo significado de remetente.

Embargo– Pedido expedido por um transportador ou entidade reguladora para restringir o frete.

Empilhadeira ou Fork Lift Truck – Equipamento utilizado com a finalidade de empilhar e mover cargas em diversos ambientes.

ERPEnterprise Resource Planning, ou Planejamento de Recursos Empresariais. É um sistema usado para controlar e avaliar os recursos da empresa toda, gerindo operações diárias como também as atividades do setor administrativo e do operacional.

ETC – Empresa de Transporte Rodoviário de Cargas.

Estoque – São todos os bens materiais mantidos por uma organização para suprir demanda futura.

Estoque em trânsito – Refere-se ao tempo no qual as mercadorias permanecem nos veículos de transporte durante sua entrega.

F

FIFOFirst In, First Out. Sistema de controle de estoques em que o material que entra primeiro deve ser utilizado primeiro.

Frete CIF (Cost, Insurance and Freight – Custo, Seguro e Frete) – Indica que as despesas ou serviços de transporte serão pagos pelo remetente da carga. Neste tipo de frete, o fornecedor é responsável por todos os custos e riscos com a entrega da mercadoria, incluindo o seguro marítimo ou rodoviário e frete.

Frete FOB (Free on Board – Livre a Bordo) – Indica que as despesas ou serviços de transporte serão pagos pelo destinatário da carga. Neste tipo de frete, o comprador assume todos os riscos e custos com o transporte da mercadoria.

Frete Fracionado (LTL – Less than Truck Load) – Para operações com menor volume de material, as transportadoras consolidam cargas de vários clientes em um equipamento, maximizando a ocupação do veículo. Nesta condição, utiliza-se o frete fracionado que consiste em estipular um valor, por quilo transportado, considerando a distância, o peso das cargas e outros itens de cobrança aplicáveis neste tipo de negociação do serviço de transporte.

Frete Lotação (FTL -Full Truck Load) – Para empresas que possuem grandes volumes de cargas e necessitam de maior rapidez na entrega ou recebimento de suas remessas, é usual o transporte na modalidade. O frete de lotação consiste na contratação de uma carreta exclusiva para o transporte de materiais de um único cliente. 

Frete Peso – Valor efetivo do serviço de transporte da carga, apurado pela multiplicação do peso (o maior valor entre o peso real e o peso cubado) vezes o valor do quilo transportado entre a origem e o destino, negociado para a prestação do serviço.

Frete Valor – Outro termo usado para designar a taxa cobrada para o Seguro da Carga. Mesmo que Ad Valorem.

Fornecedor – Organização que fornece um produto ou serviço ao cliente e no qual se aplicam os requisitos das normas contratuais.

Fulfillment – atender no tempo e no prazo. É o conjunto de operações e atividades desde o recebimento de um pedido até sua entrega.

G

Gateway – Ponto de troca de mercadorias em transporte. Ponto em que a carga passa para outro transportador ou troca o modo de transporte. 

Gerência de Estoques – Atividades responsável pelo controle, inventário e programação das necessidades de material e das providências necessárias ao seu provimento, utilizando a análise da movimentação dos estoques com base nos registros quantitativos. 

Gerenciadora de Risco – Empresa contratada para acompanhar as viagens rodoviárias, realizando o rastreamento da operação através de monitores que informam a localização geográfica de cada equipamento em trânsito, em tempo real, no regime de 24 horas por 7 dias. Além do acompanhamento, administram o andamento do roteiro de viagem, fazendo cumprir o plano de gerenciamento de risco onde estão definidas medidas complementares de segurança, como rotas autorizadas, pontos de parada, horário de trânsito, entre outras. Em caso de sinistros, a Gerenciadora de Risco também é responsável pelas ações imediatas de bloqueio do cavalo, como acionamento policial, pronta resposta e reguladora.

Giro de Estoque – demanda anual dividida pelo estoque médio mensal. 

GRIS – Taxa cobrada nos contratos de Transportes e CT-es, usada para custear despesas com a Gerenciadora de Risco, conforme prévia negociação do serviço. Essa taxa é diferenciada da taxa de Ad Valorem, por referir-se exclusivamente ao serviço de Gerenciamento de Risco.

GPS Global Positioning System ou Sistema de Posicionamento Global. Foi desenvolvido pelas forças armadas norte-americanas e é composto por um conjunto de 24 satélites que percorrem a órbita da Terra a cada 12 horas. Esse sistema permite que através de dispositivos eletrônicos, chamados GPS Receivers (Receptores GPS), possam ser convertidos os sinais de satélites em posicionamentos, permitindo assim a localização geográfica de qualquer objeto no globo terrestre com uma precisão em torno de 10 metros.

H

Hand helders – São coletores de dados portáteis que coletam as informações constantes nas etiquetas das embalagens, e transmitem estas informações por rádio frequência para um computador central.

Hub – Ponto central para coletar, separar e distribuir para uma determinada área ou região específica.

I

ICMSImposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços. A responsabilidade de instituir e cobrar os valores referentes a este imposto é de cada Estado e do Distrito Federal. O valor incide de acordo com as operações de transporte, e pode atingir segmentos variados.

Indústria 4.0 – Conhecida também como a Quarta Revolução Industrial, tem como base a conexão de diversos aparelhos tecnológicos a outros sistemas. Para isso, são usadas algumas tecnologias de automação e troca de dados.

Indicadores de Desempenho – É uma ferramenta de gestão usada para medir se uma ação está efetivamente atendendo os objetivos propostos pela empresa. 

Insumo – Tudo aquilo que é fornecido a um processo para utilização, transformação ou consumo e que se constitui de recursos humanos, materiais, financeiros e serviços administrativos ou gerenciais e de apoio. 

Inventário do Estoque – Conferência e contagens dos itens alocados nos estoques. O inventário serve para informar o quanto existe no estoque fisicamente e financeiramente.

IRPJ – Imposto de Renda para Pessoas Jurídicas.

ISO 9000 (International Standards Organization) – Série de normas internacionais para a administração da qualidade e desenvolvimento da qualidade assegurada, que foram desenvolvidas para auxiliar as empresas a documentar os elementos do sistema da qualidade para serem implementados para manter um sistema da qualidade eficiente. 

J

Just in Time – é atender ao cliente interno ou externo no momento exato de sua necessidade, com as quantidades necessárias para a operação/produção, evitando-se assim a manutenção de maiores estoques.

K

Kanban – é um sistema que utiliza cartões de cores diferentes ou tamanhos diferentes para designar e especificar tarefas. Dessa forma, se aprimora a administração a partir de cartões de sinalização para controle de fluxos. Assim, se sabe quais tarefas precisam ser feitas, estão sendo feitas e as que foram concluídas. Ele normalmente é utilizado em empresas de produção para indicar o funcionamento dos fluxos de trabalho.

KPI – Na tradução literal, significa Indicadores-Chaves de Desempenho, do inglês, Key Performance Indicator. São métricas que avaliam a eficiência e gestão de uma empresa em valores quantitativos que podem corresponder a números ou porcentagens. 

Kaizen – processo de melhorias contínuas, com bom senso e baixos investimentos.

KLTKlein Lagerung und Transport ou Acondicionamento e Transporte de Pequenos Componentes.

L

Last Mile – ou última milha, é um conceito que refere-se à etapa final da entrega do produto, partindo de um centro de distribuição até o destinatário final. 

Lei do OTM – Lei do Operador de Transporte Multimodal (Lei n 9.611). Regulamenta as atividades da pessoa jurídica contratada para o transporte da carga.

Lead Time – Tempo compreendido entre a primeira atividade até a última de um processo de várias atividades.

Lean Manufacturing – Produção Enxuta ou manufatura enxuta.

Lean Production – Filosofia de produção que enfatiza a minimização do montante de todos os recursos, incluindo tempo, utilizado nas várias atividades da empresa, eliminando-se as atividades que não geram valor no desenvolvimento, produção, cadeia de abastecimento e serviço ao cliente

Logística – É o processo de planejar, implementar e controlar eficientemente, ao custo correto, o fluxo e armazenagem de matérias-primas e estoque durante a produção e produtos acabados, e as informações relativas a estas atividades, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, visando atender aos requisitos do cliente. (definição do Council of Logistics Management).

Logística Inbound – É o processo responsável pelo controle de toda a estratégia de entrada do material utilizado como matéria-prima até a fábrica.

Logística Outbound– Responsável por todo o controle logístico pós entrada do produto na fábrica. Tem como atividades o transporte para pontos de apoio, centros de distribuição ou para os consumidores finais, entre outras.

Logística reversa ou inversa – Se refere a diversos procedimentos associados à devolução de um produto. Na prática, significa transportar produtos no caminho contrário ao da entrega. 

M

Manifesto de Carga – Documento fiscal utilizado para relacionar o conteúdo de uma unidade de carga (caminhão, carreta ou container) durante uma operação de transporte. Nele deve constar todas as notas fiscais das cargas transportadas, não podendo existir carga não relacionada ou carga relacionada e não carregada no equipamento.

Manutenção – Atividades que são dirigidas a manter os atuais padrões tecnológicos, administrativos e operacionais da empresa. 

Manutenção Corretiva – Ação corretiva que ocorre quando o equipamento falha e deve ser reparado na emergência e com prioridade.

Manutenção Preventiva – Atividades de manutenção para evitar as avarias e reduzir o tempo parado e os custos dos reparos. 

Modais – são os tipos/meios de transporte existentes. São eles ferroviário (feito por ferrovias), rodoviário (feito por rodovias), hidroviário (feito pela água), dutoviário (feito pelos dutos) e aeroviário (feito de forma aérea). 

MOPP – Movimentação Operacional de Produtos Perigosos. Existem cursos autorizados pelo Contran para o caminhoneiro se especializar nesse tipo de transporte.

MRPManufacturing Resource Planning, ou Planejamento de Recursos de Manufatura. Sistema para a administração da produção que conclui com base em cálculos qual é a previsão de demanda.

N

Nível de Estoque – Quantidade de materiais que estão realmente no estoque disponível para uso.

Nível de Serviço Logístico – Refere-se especificamente à cadeia de atividades que atendem as vendas, geralmente se iniciando na recepção do pedido e terminando na entrega do produto ao cliente e, em alguns casos, continuando com serviços ou manutenção do equipamento ou outros tipos de apoio técnico. (definição de Warren Blanding).

NIRE – Número de Identificação do Registro de Empresa. É responsável por legalizar a empresa na Junta Comercial do Estado, permitindo o exercício de atividades empresariais.

O

Obsolescência – Perda de valor ocasionada por novos desenvolvimentos que coloca os equipamentos antigos em desvantagens competitivas.

Ocupação volumétrica  – Característica que mede a relação entre o volume ocupado por mercadorias, e o volume disponível do armazém ou endereço.

Operador Logístico (OL) – Empresa especializada em movimentar, armazenar, transportar, processar pedidos e controlar estoques, entre outras coisas. Fornece seus serviços com profissionais treinados. O serviço pode ser no próprio OL ou nas dependências do cliente. Tudo dependerá do acordo firmado.

Ordem de produção – Conjunto de documentos e tabelas que determina a produção de partes específicas do produto em quantidades determinadas.

OTM (Operador de Transporte Multimodal) – Qualquer pessoa jurídica, transportadora ou não, que celebra um contrato de transporte multimodal e atua como principal, e não como agente, assumindo a responsabilidade pela execução do transporte porta-a-porta frente ao contratante. 

P

PAC –  Production Activity Control, traduzindo Controle de Atividade da Produção. Uma fábrica é composta por uma série de células de manufatura que estão dispostas baseadas em produtos. O fluxo de trabalho nelas é coordenado por um sistema PAC. Assim, o processo de Controle da Atividade de Produção acontece no nível das células de fabricação.

Pátio (YARD) – Área usada para estacionar veículos, carregando ou descarregando produtos.

PCM – Planejamento e Controle de Materiais.

PCP – Planejamento e Controle da Produção.

Pedido mínimo – muitas empresas estabelecem um lote mínimo para aceitar uma ordem de compra, visando economias de escala para o atendimento.

Pedido Piloto – Pedido experimental.

Perda de Inventário – Perdas resultantes de furtos, extravios ou deterioração. 

Peso Bruto Total – Peso máximo que o equipamento de movimentação transmite ao piso, constituído da soma da tara mais a lotação. 

Peso Máximo Combinado – Peso máximo transmitido ao piso pela combinação de um trator mais seu semirreboque. 

PEPS – é a nomenclatura para o método de armazenagem, em que o produto que é o Primeiro a Entrar no estoque é o Primeiro a Sair ou First-In, First-Out (FIFO).

PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos) – É o planejamento de todas as ações preventivas necessárias para o gerenciamento de riscos no transporte de cargas, de acordo com o grau de criticidade, o tipo de operação e a necessidade de cada cliente.

Picking and packing – Basicamente, acontece a retirada do produto do armazém e a sua embalagem para expedição.

Picking ou Order Picking – É o processo de separação e preparação dos pedidos, para que eles cheguem corretamente até o consumidor.

Planejamento de Manufatura – Planejamento do fluxo de materiais e do conjunto de atividades do processo de transformação. Abrange desde a compra da matéria prima até a entrega do produto acabado

Política de Estoque – Estabelecimento de objetivos da empresa e métodos para a administração dos materiais. Definição de regras globais adotadas por uma empresa para a gestão dos seus materiais

Ponto de Expedição – Local de onde os materiais são despachados. 

PPCP – Planejamento, Programação e Controle da Produção.

Produção Contínua – Sistema de produção onde os equipamentos são dispostos numa sequência determinada pela estrutura do produto. 

Produção de Fluxo Contínuo – Sistema onde o fluxo de materiais é contínuo, não dividido e não se caracterizando lotes de produção. 

Produção em Massa – Produção em grandes quantidades, pela utilização de plantas e equipamentos dedicados e especializados naquela atividade. 

Produção Enxuta – Sistema para eliminar os desperdícios de forma sistemática e atendimento somente contra pedidos em carteira.

Produto Logístico – O que uma empresa oferece ao cliente com seu produto é satisfação. Se o produto for algum tipo de serviço, ele será composto de intangíveis como conveniência, distinção e qualidade. Entretanto, se o produto for um bem físico, ele também tem atributos físicos, tais como peso, volume e forma, os quais têm influência no custo logístico. (definição de Ronald H. Ballou).

Provedor Logístico – Fornece serviços baseados nas áreas da logística.

Q

Qualidade Assegurada – Conjunto de atividades planejadas e sistemáticas para garantir que um produto ou serviço satisfaça determinadas características de qualidade.

Quantidade máxima por pedido – Uma quantidade do pedido na qual, a princípio, não deve ser excedida.

R

Rastreador – Equipamento instalado em veículos de transporte que permite identificar a posição do veículo em qualquer local.

Rampa Niveladora – Rampa localizada na plataforma externa da doca, usada para elevar e abaixar uma carroceria (ou reboque) de modo que sua base fique ao nível do piso da doca.

RCF-DC – Seguro de Responsabilidade Civil Facultativa do Transportador Rodoviário por Desaparecimento de Carga.

RCTR-C – Seguro de Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga.

Reboque ou bi-trem – É o conjunto monolítico formado pela carroceria com o conjunto de dois eixos e pelo menos quatro rodas. É engatado na carroceria do caminhão para o transporte, formando um conjunto de duas carrocerias puxadas por um só caminhão. 

REDEX – Recinto Especial para Despacho Aduaneiro de Exportação.

RFDC – Radiofrequency Data Collection ou Coleta de Dados por Radiofrequência.

RFID – Radiofrequency Identification Data ou Identificação por Radiofreqüência.

Recibo de Entrega – Cópia da nota de frete assinada e datada pelo destinatário. Indica que o transportador realizou o serviço especificado no conhecimento de embarque e que, portanto, está legalmente autorizado a pagar as despesas de transporte. 

Reconciliação de Inventário – Comparar o estoque físico com o registro de estoque no sistema e efetuar os ajustes necessários

Registro de Estoque – Registros que refletem as transações ocorridas com os materiais em estoque (entradas, saídas, transferências, ajustes, etc). 

Roteirização –  Processo de definição de trajetos (rotas) para que as entregas ou coletas sejam realizadas e os serviços prestados.

Roteirizador – É  um sistema composto por um algoritmo que executa diversos cálculos matemáticos, com o objetivo de criar o planejamento das rotas que sua frota irá percorrer, para fazer o deslocamento de forma mais eficiente, reduzindo o tempo, a distância e os custos operacionais. 

S

SAC ou Customer Service – Serviço de Atendimento ao Consumidor ou Cliente.

Sazonalidade – Um padrão repetitivo cíclico de demanda que apresenta alguns períodos de considerável elevação ou redução, geralmente devido a fatores climáticos, culturais ou convenções humanas.

Scanner – Aparelho ou sistema eletrônico que converte através de leitura ótica, informações codificadas em numeração alfanumérica ou simbolização em barras.

SEFAZ – Secretaria do Estado Fazenda. Órgão responsável pela arrecadação dos tributos estaduais e pela gestão financeira e controle da execução orçamentária da administração estadual.

Set-up – Tempo compreendido entre a paralisação de produção de uma máquina, a troca do seu ferramental e a volta de sua produção.

Sinistro – Denomina-se Sinistro os eventos ocorridos durante a operação de transporte, em todas as suas etapas, que gerem o dano ou subtração do material.

Shipping ou Expedição – Departamento de uma empresa que de posse da Nota Fiscal ou uma pré-Nota Fiscal identifica, separa, embala, pesa (se necessário) e carrega os materiais nos veículos de transporte.

Shipping Area – Área de Expedição.

Sidetrack ou caminho alternativo – É quando se utiliza um percurso diferente do habitual ou previsto, por variados motivos (trânsito ruim, segurança, etc.).

SIL – Sistema de Informações Logísticas, providencia a informação especificamente necessária para subsídio da administração logística em todos os seus níveis hierárquicos.

SKUStock Keeping Unit ou Unidade de Manutenção de Estoque. Designa os diferentes itens de um estoque.

SLA Service Level Agreement ou Acordo sobre o Nível de Serviço.

SLMService Level Management ou Gerenciamento do Nível de Serviço.

SLMStrategic Logistics Management ou Gestão Logística Estratégica.

Smart Tag – Etiqueta inteligente.

Sobretaxa ou Surcharge – Taxa adicional cobrada além do frete normal.

STV – Veículo de Transferência Ordenado.

Supply Chain Management (Gestão da Cadeia de Suprimentos) – É responsável pelos métodos e sistemas operacionais ligados ao produto de forma direta ou indireta. Envolve atividades como: compras, depósitos e inventários – desde a produção até a entrega ao cliente.

T

Tacógrafo – Instrumento destinado a registrar movimentos ou velocidades. 

Tacômetro – Aparelho que serve para medir o número de rotações e, portanto, a velocidade de máquinas ou veículos; o mesmo que taquímetro.

TAC (Transportador Autônomo de Cargas) – Pessoas físicas que são transportadores autônomos de carga, popularmente conhecidos como caminhoneiros autônomos. É proprietário do caminhão e o responsável pela manutenção do veículo e controle da própria rotina.

Tara – Peso de uma unidade de transporte intermodal ou veículo sem carga. Ao se pesar o total subtrai-se a tara, chegando-se assim ao peso da carga.

Taxa de Valor Liberado ou Released-Value Rates – Taxa baseada sobre o valor do transporte.

Telemetria – Sistema de sensor, mediado por sinal de rádio, que calcula o desempenho mecânico do veículo, do motorista, da distância e outros.

Tempo de Compra – É o período compreendido entre a data da requisição do material até a data do fechamento do pedido.

Tempo de Transporte – É o período compreendido entre a data de entrega do material até a chegada do mesmo para o requisitante (destino).

Tempo de Ressuprimento – É a somatória do Tempo de Compra, mais o Tempo de Processamento e Embarque pelo fornecedor, mais o Tempo de Transporte, mais o Tempo de Recebimento (conferência, testes, etc.) até o material ficar disponível para utilização.

TEU (Twenty Foot Equivalent Unit) – Tamanho padrão de contêiner intermodal de 20 pés.

TMSTransportation Management Systems ou Sistemas de Gerenciamento de Transporte.

Transbordo ou Transhipment – Transferir mercadorias/produtos de um para outro meio de transporte ou veículo, no decorrer do percurso da operação de entrega.

Transit Time – Pode significar tempo de/em trânsito. É o tempo que se leva para concluir um processo de entrega.

Transporte Intermodal – é a integração dos serviços de mais de um modo de transporte, com emissão de documentos independentes, onde cada transportador assume responsabilidade por seu transporte. São utilizados para que determinada carga percorra o caminho entre o remetente e seu destinatário, entre os diversos modais existentes, com a responsabilidade do embarcador.

Transporte Multimodal – é a integração dos serviços de mais de um modo de transporte, utilizados para que determinada carga percorra o caminho entre o remetente e seu destinatário, entre os diversos modais existentes, sendo emitido apenas um único conhecimento de transporte pelo único responsável pelo transporte, que é o OTM – Operador de Transporte Multimodal.

TRRC (Transportador Rodoviário Remunerado de Carga) – É um registro exigido pela ANTT para todos os veículos de cargas que fazem a atividade de transporte rodoviário com capacidade de carga útil do caminhão igual ou superior a 500 Kg.

TRT (Taxa de Restrição de Trânsito) – Essa taxa é cobrada sobre valor final do frete e geralmente em regiões metropolitanas. Veja as cidades que aderem a cobrança dessa taxa.

Truck – Caminhão que tem o eixo duplo na carroceria, ou seja, são 3 eixos: 2 deles estão juntos. O objetivo é aguentar mais peso e propiciar melhor desempenho ao veículo.

U

UEPS – É a nomenclatura para o método de armazenagem, em que o produto que é o último a entrar no estoque é o primeiro a sair.

Unitização – É agregar diversos pacotes ou embalagens menores numa carga unitária maior.

V

Value Chain – Cadeia de Valor

Vale Pedágio – Benefício obrigatório validado pela lei 10.209 que exige o pagamento do valor do pedágio para motoristas autônomos e transportadoras que fornecerem o serviço de transporte de cargas. Tem como objetivo evitar que a despesa da viagem seja embutida no valor do frete.

VUC (Veículo Urbano de Carga) –  Modelo de caminhão de menor porte, apropriado para áreas urbanas.

X/ W/ Z

XML – Extensible Markup Language, protocolo de comunicação.

WCS – Warehouse Control Systems ou Sistemas de Controle de Armazém.

Wireless – Sistema de acesso sem fio.

WMS – Warehouse Management Systems ou Sistemas de Gerenciamento de Armazém.

Workflow – Processo no qual a informação flui por toda organização, de maneira rápida e organizada, seguindo a sequência pré-estabelecida de tramitação.

Zona de Livre Comércio ou Zona Franca – é uma zona (local ou região de um estado ou país) onde os produtos ou materiais são considerados isentos de taxas e tarifas de importação, com anuência das autoridades fiscais governamentais.

Referências para a construção do dicionário: Selflogística, Unicargo e Truckpad.

 

Como criar uma rota para entregas e coletas

criar uma rota

Criar uma rota de entregas e coletas estruturada é um desafio enfrentado por empresas de diversos segmentos e perfis. Basicamente, quanto mais planejamento existir, melhores serão os resultados logísticos.

Neste sentido, planejar rotas serve para indicar o melhor trajeto para que a entrega seja feita com qualidade e no menor prazo possível, otimizando recursos e atendendo as expectativas do cliente. 

Algumas medidas podem ser adotadas pela equipe de operação, a fim de encontrar soluções satisfatórias no que se refere ao planejamento de rotas e programação das entregas. 

Neste artigo, iremos abordar questões importantes para criar uma rota eficiente para sua empresa. 

Como criar uma rota?

Quando se cria uma rota de entrega ou coleta, o objetivo é definir o percurso mais eficiente, ou seja, o melhor caminho em termos de deslocamento e com um custo reduzido. 

Para atingir esse propósito é necessário levantar as variáveis que podem interferir no resultado do planejamento da rota. Algumas das principais são:

  • Prazo de entrega;
  • Tipo de carga a ser transportada;
  • Capacidade do veículo;
  • Distância entre as paradas;
  • Fluxo de trânsito; 
  • Distância entre os pontos de paradas;
  • Tempo de descarregamento;
  • Entre outros.

A partir dessas peculiaridades, você terá em mãos as informações necessárias para iniciar o planejamento das entregas ou coletas.

Qual é a melhor opção: rotas manuais ou automatizadas? 

Para viagens simples, ou no caso de empresas pequenas, com operações menores, fazer a roteirização manualmente é uma possibilidade. Porém, é preciso planejar para que se obtenha um resultado satisfatório e não haja uma alta taxa de erros. 

Por outro lado, quanto maior for a empresa, mais complexas serão suas operações, tornando muito difícil a execução manual dessa atividade. A solução então é automatizar o processo.

No entanto, mesmo que essa atividade seja realizada por meio de um software, é importante que você entenda como fazer roteirização, a fim de compreender seu funcionamento e até mesmo validar as definições apontadas pelo sistema.

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Como criar rotas de entrega manualmente?

Planejar rotas de entrega ou coleta manualmente é uma tarefa complexa, que demanda tempo e abre margem para muitos problemas, principalmente, ligados ao cumprimento do prazo de entrega e ao custo da operação. 

No entanto, é possível organizar melhor as rotas de entrega dos produtos. A seguir, vamos dar algumas dicas para começar a organizar este processo na sua empresa.

Hora de organizar os pedidos 

Primeiramente, é necessário organizar todos os pedidos da semana. Uma dica é montar o roteiro de entrega com base no agrupamento das paradas localizadas mais próximas entre si, isso é uma ótima solução para minimizar o tempo de tráfego. 

Na hora de carregar os veículos, não esqueça de agrupar no mesmo veículo os volumes a serem entregues em destinos próximos. 

Crie um planejamento semanal

Se o seu negócio permitir, o ideal é criar o planejamento semanal. Assim, você identifica todos os pontos que receberão entregas dentro desse período. Caso não seja possível, o ideal é organizar pelo menos com um dia de antecedência.

Ao criar um planejamento de rotas semanal, é possível detectar uma entrega com o prazo para o começo da semana que fica próximo da com prazo para o final do mesmo período, por exemplo. Isso evita que o motorista percorra o mesmo trajeto duas vezes na semana, economizando tempo e gasolina.

Analisando os pontos de parada

Para criar uma rota eficiente, fazer análise dos pontos de parada é imprescindível. Agrupar de acordo com sua proximidade, por exemplo, é uma forma de otimizar o percurso. Afinal, assim, você aumenta o número de entregas, coletas ou visitas em uma mesma região, economizando tempo, combustível e pedágios. 

Outra opção é iniciar o planejamento dos roteiros pelas paradas mais distantes do depósito. Selecionando estas paradas e agrupando as demais em torno delas, de preferência levando em consideração de acordo com a carga do veículo utilizado para a entrega. 

Esta medida contribui para o planejamento dos agrupamentos, minimizando os tempos de viagem e as distâncias a serem percorridas.

Conheça o percurso 

Criar uma roteirização manual sem conhecer o percurso pode ser um pouco complicado. Você pode até fazer, mas é altamente indicado conhecer os locais onde a frota irá trafegar.

Isso porque, trafegar por vias não pedagiadas, onde as estradas, em geral, não costumam estar em boas condições, contribui para uma maior deterioração dos veículos, aumentando os custos com manutenção. Além da segurança da carga durante o trajeto.

Outro ponto é o motorista “conhecer” o caminho, isso não minimiza questões como ficar parado no trânsito. Porque, às vezes, os atalhos podem aumentar o tempo do percurso, atrasando a entrega e gastando mais combustível. 

O GPS pode ser uma opção para ajudar a guiar o motorista, porém ele não é indicado para resolver problemas de roteirização. Isso porque ele traça apenas o caminho e não considera outras variáveis que impactam em um planejamento de entregas e coletas. 

Por outro lado, um software de roteirização é um sistema composto por um algoritmo que executa diversos cálculos matemáticos, com o objetivo de criar o planejamento das rotas que sua frota irá percorrer, para fazer o deslocamento de forma mais eficiente, reduzindo o tempo, a distância e os custos operacionais.

Leia mais sobre: Qual a diferença entre um roteirizador e um GPS?

Combine entregas com as coletas 

Caso faça serviços de entregas e coletas, combinar ambos é uma saída para economizar na rota. Para realizar esta combinação, é importante estar atento aos diferentes veículos utilizados, bem como ao tamanho e grau de obstrução das mercadorias a serem transportadas. 

Para que não haja problemas como a falta de espaço pelo excesso de mercadorias no carro. 

Estude outros modelos de entrega

É importante avaliar a possibilidade de se adotar um meio de entrega alternativo, para paradas que se encontrem muito fora dos agrupamentos de rotas planejadas. Principalmente, para aquelas de menor volume, podem ser adotados veículos menores, ou até mesmo contratadas empresas terceirizadas. 

Procure avaliar, assim, para casos específicos, a viabilidade econômica desta opção.

Monitore a operação 

Com as rotas definidas e concluídas, acompanhar o desempenho do serviço de entregas é fundamental, tanto para otimizar as rotas quanto para ter noção do desempenho da equipe externa. 

Isso também impacta na satisfação do cliente, para saber se está sendo cumprido o prazo de entrega ou se os produtos chegaram em boas condições. Hoje em dia, existem tecnologias que ajudam os gestores a monitorar tudo que acontece na operação em tempo real. 

Use a tecnologia ao seu favor

Como pode perceber, criar uma rota manual é muito complexo. Por isso, o recomendado é fazer uso da tecnologia para facilitar e garantir melhores resultados. 

Os resultados obtidos quando se utiliza um planejador de rotas, não se limitam apenas em melhorar o percurso a ser realizado pelos entregadores. Os benefícios são diversos, mas o principal deles é a redução do uso de recursos utilizados com veículos, combustível, manutenção e funcionários.

Isso gera uma economia para os negócios e permite que a empresa realize uma quantidade maior de serviços, aumentando a sua lucratividade.

A Vuupt, por exemplo, é uma plataforma de roteirização e de gestão de entregas. Com o nosso sistema é possível planejar rotas, executar e analisar todo o processo de entregas, coletas ou prestação de serviços em tempo real. E o melhor, com alto nível de tecnologia, praticidade e baixo custo. 

Um dos maiores benefícios de automatizar a sua roteirização é a garantia de dados atualizados e confiáveis, que fornecem informações importantes para a tomada das decisões estratégicas. Desta maneira, todos beneficiam com o processo – quem programa as rotas, motoristas e os gestores – toda equipe ganha em produtividade e o retorno sobre o investimento é muito maior.

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Logística 4.0: o que é e qual a sua importância na empresa?

logistica 4.0

A logística 4.0 refere-se à combinação de novas tecnologias de automação e troca de dados. Afinal, ela é projetada para se adequar aos novos tipos de consumidores e, também, trazer melhorias a toda cadeia de produção. 

O conceito de Indústria 4.0 já é bem conhecido. Porém, o termo logística 4.0 não é tão difundido assim. Em ambos os casos, estamos falando de novas tecnologias e recursos voltados para o ganho de eficiência, agilidade e redução de custos.

Atualmente, fala-se muito sobre assuntos como Big Data, computação em nuvem e diferentes inovações e como esses elementos moldam um novo jeito de gerenciar negócios e, sobretudo, a logística.

Para manter a empresa competitiva e relevante no mercado, é extremamente importante entender mais esse tema e como ele pode impactar no negócio.

As revoluções industriais e o surgimento da logística 4.0

Para compreender o conceito da logística 4.0, é preciso voltar à história e entender as mudanças do setor industrial. É válido ressaltar que todas as fases da logística tiveram uma relação com as chamadas Revoluções Industriais, vamos explicar o porquê. 

A primeira revolução industrial aconteceu no século XVIII, com a descoberta da máquina a vapor e a força mecânica. Antes disso, o processo era realizado manualmente. A mecanização do trabalho expandiu as indústrias têxteis, metalúrgicas e o sistema ferroviário. 

Na segunda revolução industrial, no século XIX, a indústria dominou. Com a especialização da mão de obra e novas fontes de energia, a eficiência operacional aumentou. O Fordismo foi um modelo de gestão focado na produção em massa. Assim, surgiram as primeiras linhas de produção de montagem automatizada. Isso revolucionou os mercados em geral, principalmente, a indústria automobilística. 

A terceira revolução aconteceu em meados do século XX, marcada pelo início da transformação digital, com os avanços na ciência, robótica, eletrônica e a popularização da internet. Além disso, com as diversas inovações na comunicação e transporte, empresas migraram para regiões mais vantajosas, onde a matéria-prima e a mão de obra eram mais baratas. Este contexto, favoreceu a expansão das multinacionais e a consolidação da globalização. 

Atualmente, vivemos a era da Indústria 4.0. A tendência nessa fase é a automatização completa e a busca constante pelo aumento da eficiência, principalmente, utilizando recursos como: os ciberfísicos e a cloud computing (computação em nuvem). 

Essa revolução é capaz de potencializar os níveis de rendimento em escala global, melhorando, inclusive, a qualidade de vida da população. Por outro lado, traz um grande desafio para as empresas, pois somente irá se beneficiar desta nova revolução quem investir em inovação.

O que é logística 4.0?

Com os avanços tecnológicos na indústria 4.0, os processos logísticos também precisaram se atualizar. Por isso, surge a necessidade de uma cadeia de suprimentos cada vez mais eficiente, para cumprir com as necessidades de entrega. 

Basicamente, a logística 4.0 é uma expressão que representa uma nova fase da logística, ultra conectada e que atende aos requisitos de velocidade, ganho de eficiência, redução de custos e disponibilidade de informações.

A meta dessa área, na verdade, é utilizar processos inovadores como fortes aliados no crescimento organizacional. Essa evolução foi necessária porque a tecnologia impulsionou avanços em todas as áreas de atendimento ao cliente – vendas, comercial, marketing, dentre outras. Assim, a logística, para manter a qualidade do serviço, também precisou colocar em prática as inovações tecnológicas. 

A logística 4.0, atualmente, utiliza tecnologias modernas de informação e comunicação tais como: a Computação em Nuvem, Web Services, EDI, Big Data, BI, Mobilidade e Analytics. Com diversas ferramentas disponíveis, a tomada de decisão apoiada em dados ficou mais assertiva e ágil.  

Em outro tópico, abordaremos com mais detalhes as tecnologias da logística 4.0.

Quais os impactos que ela trouxe para o mercado?

Modelos tradicionais de logística operam, em diversas vezes, com grandes estoques e centros de distribuição obsoletos e desconectados. Como consequência, empresas que trabalham dessa maneira experimentam problemas com erros, grandes perdas e desperdícios, o que também acomete o faturamento do negócio.

Na logística 4.0, os processos se tornam mais ágeis, integrados e modernos, possibilitando otimizações no compartilhamento de itens, recursos e informações para que a cadeia de suprimentos opere eficientemente. 

Essa solução, logo, é de alta relevância para a qualificação da logística empresarial, à medida que eleva a competitividade da empresa e do mercado como um todo. Ademais, ela é responsável, também, por propiciar aumento no desempenho, adaptando as empresas aderentes às suas novas práticas.

Para isso, é preciso contar com a alta conectividade, por meio de softwares que monitorem com precisão todos os processos e atividades da empresa. Sendo assim, as mudanças trazidas no aprimoramento contínuo abrangem infraestrutura, modais de transporte, mercadorias e a fabricação de produtos, ou seja, toda a indústria.

Alguns exemplos do impacto da logística 4.0:

  • Gestão virtual de estoques e armazéns;
  • Integração e compartilhamento de dados mediante plataformas abertas;
  • Desburocratização de processos para obter diferenciais competitivos;
  • Redução nos volumes de estocagem, os pedidos são realizados de acordo com as necessidades reais do negócio;
  • Visão integrada de toda cadeia de suprimentos. 

Não menos importante, a melhoria da relação da indústria com os clientes, o que é realizado por meio de experiências únicas e serviços de excelência. Sendo assim, as mudanças trazidas no aprimoramento contínuo de processos abrangem infraestrutura, modais de transporte, mercadorias e a fabricação de produtos. Em resumo, toda a logística em si.

As vantagens da logística 4.0

A logística 4.0 consolida-se como uma inovação relevante para a construção de processos mais eficazes e o desenvolvimento das empresas. Ao empregar tecnologia qualificada é possível simplificar substancialmente as atividades logísticas e, ainda, oferecer boas práticas. 

Muitos são os benefícios para as organizações que colocam em prática as tecnologias evidenciadas pela logística 4.0. E essas vantagens estão disponíveis para todos aqueles que estão envolvidos na cadeia de suprimentos, indo até mesmo além, interligando clientes, indústrias, armazéns e transportadores para a troca de dados relevantes. 

Conheça alguns dos benefícios ao aplicar essa tendência no seu negócio:

  • Maior integração entre os participantes da cadeia de suprimento;
  • Otimização de espaços e de custos de armazenagem;
  • Redução de estoques (ou estoque zero), evitando perdas e desperdícios;
  • Menor burocracia nos processos, elevando a produtividade e competitividade no mercado;
  • Prazos de entrega menores;
  • Roteirização dos trajetos para otimizar entregas;
  • Melhor aproveitamento das frotas e redução de custos com transporte;
  • Tomadas de decisão mais qualificadas e eficientes, baseada em dados;
  • Informações em tempo real;
  • Visualização integrada de todo processo logístico.

Para usufruir desses benefícios é preciso adotar tecnologias nos processos, além de trabalhar com novos modelos de gestão. A seguir, iremos abordar sobre as principais tecnologias empregadas no mercado.

Algumas tecnologias usadas no modelo 4.0

Para aplicar esse conceito e otimizar toda a cadeia de produção, conheça algumas tecnologias envolvidas nessa área e, como elas estão, revolucionando a logística tradicional. 

Inteligência Artificial

A inteligência artificial (IA) é o agrupamento de várias tecnologias – como redes neurais artificiais, algoritmos, sistema de aprendizado, entre outros – que conseguem simular a capacidade humana ligadas à inteligência. Por exemplo, o raciocínio, a percepção de ambiente e a habilidade de análise para a tomada de decisão.

Pode-se dizer que o conceito de IA está relacionado à capacidade de soluções tecnológicas realizarem atividades de um modo considerado inteligente. E como isso impacta na logística?

Com essa técnica é exequível que a máquina tome decisões por conta própria, de forma automatizada, durante a execução de um processo. Deste modo, é possível prever tendências e antecipar problemas. 

Além disso, a aplicação da IA traz ainda mais eficiência e rapidez para todas as atividades da cadeia produtiva, minimizando as chances de erro. Outro benefício é poder atender o cliente de forma personalizada, com análise inteligente de dados.

Big Data

O big data é um termo em Tecnologia da Informação (TI) que trata sobre grandes conjuntos de dados que precisam ser processados e armazenados. Com ele é possível cruzar dados por meio de diversas fontes para obter insights rápidos e preciosos. 

Essa é outra ferramenta que pode ser aplicada na Logística 4.0 para melhorar a maneira como o trabalho é realizado. Assim, torna-se viável ter uma visão mais estratégica da cadeia produtiva, obtendo informações sobre os clientes, produtos e o negócio. 

Com dados confiáveis e atualizados constantemente, a tomada de decisão se torna mais ágil, criando diferenciais competitivos para o negócio.

Cloud Computing

A cloud computing (computação em nuvem) é um serviço de computação baseado na internet, no qual é armazenado dados, redes e aplicações em ambientes compartilhados. 

Essa modalidade é bem conhecida pelo consumidor, um exemplo, são as plataformas como o Google Drive e o OneDrive. É possível visualizar qualquer documento apenas com a internet, independente da plataforma ou lugar que esteja acessando. 

Essa tecnologia facilita o gerenciamento de informações, que permite coletar, armazenar e disponibilizar dados muito mais rápidos e seguros de qualquer lugar. Isso ajuda bastante as empresas do ramo logístico, por permitir que elas prestem serviços em diferentes localidades e integrando diferentes plataformas.

Machine Learning

O aprendizado de máquina, também conhecido por seu nome em inglês Machine Learning, é um campo da inteligência artificial que visa explorar estudos e construções de algoritmos que possibilitam compreender de maneira autônoma. 

Com esse sistema é possível reconhecer e extrair padrões de um grande volume de dados, construindo dessa maneira um modelo de aprendizado. Esse aprendizado é baseado na observação de dados, por exemplo, a experiência direta ou instrução. 

Uma vez que tenha aprendido, a máquina é capaz de executar tarefas complexas e dinâmicas, prever com mais precisão, reagir em situações diversas e comportar-se de forma inteligente. Na logística, isso pode ser importante para aumentar a precisão de dados em relação ao estoque, por exemplo.

A tecnologia também pode trazer maior segurança para armazéns, diminuir erros humanos e permitir ampliar significativamente a conectividade entre diferentes tarefas de uma cadeia de produção, tornando todo o serviço mais ágil, inteligente e conectado.

Como implementar no seu negócio?

Até aqui, deu para perceber que a logística 4.0 é ultra conectada e preza pela agilidade das informações. As empresas com processos obsoletos, que insistem em modelos completamente analógicos e manuais de gestão, podem ter dificuldade para se adequar a esse novo momento.

O primeiro passo é mapear e revisar os processos de trabalho, a finalidade é buscar formas de utilizá-los ao máximo.  Além dessas transformações, para se adaptar a um novo formato de logística, também é preciso implementar mudanças corporativas. Afinal, não adianta ter um bom sistema tecnológico, se as pessoas não utilizam da melhor forma o recurso. 

Com a alta demanda de serviços e um curto espaço de tempo para atender, é quase inadmissível aceitar a troca de informações por e-mail ou lançamentos manuais de pedidos. Por isso, é preciso investir em tecnologias como  EDI (Troca Eletrônica de Dados) e Webservices, que são capazes de integrar os embarcadores, transportadoras e demais parceiros – inclusive os fornecedores e clientes – evitando erros,  reduzindo custos e acelerando o trabalho.

Utilizar softwares para conectar e acompanhar a gestão de entregas em tempo real, também é importante. Por exemplo, se um veículo não está seguindo o trajeto planejado, o gestor pode intervir imediatamente sobre a frota. 

Diante do grande volume de dados que as novas tecnologias e sistemas disponibilizam, surge a necessidade de avaliação dessas informações. Por isso, é fundamental que seja criada na empresa a cultura de analisar os relatórios e dados gerados pelos sistemas com frequência.

A partir disso, é possível tomar melhores decisões, reduzindo custos, melhorando prazos de entrega e atendendo cada vez melhor os clientes. É importante destacar que, para a logística 4.0, a palavra-chave é integração. Essa conectividade facilita a gestão e permite controle completo sobre os processos.

Quais os desafios enfrentados pela logística 4.0?

Um cenário tecnológico requer investimento e uma certa mudança na cultura organizacional, mas nem sempre, esses processos são simples. 

Grande parte das empresas encontram problemas relativos à falta de infraestrutura para a implementação de algumas tecnologias. Um exemplo simples é o uso de uma internet banda larga que seja capaz de suportar a migração para um novo patamar tecnológico.

Outro ponto são os recursos financeiros, por falta de capital ou linhas de financiamento focadas nesses objetivos, muitas empresas não conseguem dispor dos investimentos necessários que auxiliem nesse crescimento.

Por outro lado, no Brasil, poucas indústrias estão plenamente familiarizadas com as inovações trazidas pela logística 4.0. A falta de incentivos à modernização e de uma cultura digital atrasam o desenvolvimento e geram a perda de competitividade. 

Outro fator é a ausência de qualificação profissional, uma empresa hiperconectada requer funcionários aptos à realização de tarefas que necessitam de maiores habilidades.

Como a Vuupt pode ajudar?

A Vuupt realiza a gestão de entregas, coletas e prestação de serviços focada na roteirização e rastreio da última milha logística.  

Com a plataforma é possível planejar rotas, executar e analisar todo o processo de entregas, coletas ou prestação de serviços em tempo real. E o melhor, com alto nível de tecnologia, praticidade e baixo custo. 

Um dos maiores benefícios de automatizar a sua roteirização é a garantia de dados atualizados e confiáveis, que fornecem informações importantes para a tomada das decisões estratégicas. Desta maneira, todos beneficiam com o processo – quem programa as rotas, motoristas e os gestores – toda equipe ganha em produtividade e o retorno sobre o investimento é muito maior.

Quer saber mais? Fale agora com um dos nossos especialistas!

 

Startup Brewing Co. ganha eficiência nas entregas e coletas com a Vuupt

Startup Brewing

O que fazer quando as rotas de entregas não são eficientes e os clientes não conseguem saber o status do seu pedido? Esses eram apenas alguns dos desafios enfrentados pela Startup Brewing Co., mas buscaram uma ferramenta de gestão de entregas que trouxesse mais efetividade para a operação e bons resultados para o negócio. 

Confira a transformação logística da Startup Brewing com a plataforma da Vuupt! 

Sobre a Startup Brewing Co.

A Startup Brewing Company é a primeira startup cervejeira do Brasil, fundada em 2017, a empresa não funciona somente como fábrica, mas também como provedora de tecnologia e/ou aceleradora para marcas cervejeiras e bebidas.

A fábrica, localizada em Itupeva, interior do Estado de São Paulo, conta com estrutura de 6 mil metros quadrados distribuídos em dois galpões, incluindo áreas para produção, envase e estoque. A Startup Brewing possui serviços próprios de logística e vendas, além de um e-commerce para a distribuição dos produtos. Sua câmara fria tem capacidade para 200 toneladas de cerveja, onde os produtos são mantidos a 5ºC, até o momento de saída para entrega, mantendo todo o frescor necessário do produto.

Os desafios logísticos 

A Startup Brewing vivenciou dois momentos importantes na sua logística. O primeiro, foi a terceirização da operação logística e, o segundo, a migração para uma frota própria. 

Quando a operação era totalmente terceirizada, o contrato se resumia em realizar entregas e coletas dos barris de chopp e caixas dos produtos. Por se tratar de cervejas artesanais é preciso um cuidado especial com a carga, pois ela exige essa tratativa devido às condições que elas devem ser entregues. 

A partir disso, começaram a surgir alguns problemas em relação a essa terceirização. O primeiro é que não havia esse cuidado com a carga e não tinha a rastreabilidade para repassar aos clientes. Até existia um sistema mais simples, mas era uma ponte grande de contatos até chegar no motorista, o que dificultava a comunicação em tempo real

Outro desafio encontrado pela Startup, era atender os clientes no prazo estipulado por eles. Segundo Otávio Shiroma, coordenador logístico da Startup Brewing Co., por se tratar de restaurantes e bares, a logística de entrega é um pouco complexa devido às restrições de horário. 

Por esses motivos, a empresa precisou construir uma operação logística própria. Para auxiliar na construção deste processo, eles foram em busca de uma solução de gestão de entregas. 

Como foi a implantação da plataforma da Vuupt

Quando a Startup Brewing começou a implantação do seu processo logístico próprio, três programas de criação de rotas foram testados, mas nenhum deles atendeu às necessidades da empresa naquele momento. Até a migração para a plataforma da Vuupt.  

Durante o processo de implantação do sistema da Vuupt foi um período de muito aprendizado, conforme relata Otávio Shiroma:

“No início a operação era para coleta de materiais e insumos e também coleta de barris vazios, ainda não fazíamos as entregas de produtos acabados. Então, foi uma adaptação aos poucos, assim fomos aprendendo a usar a ferramenta conforme tínhamos demanda.”

Otávio ainda ressaltou a facilidade em contatar o suporte da Vuupt nos momentos de dúvidas, além da praticidade que o software trouxe para operação logística. 

Resultados alcançados pela Startup Brewing

A Startup Brewing. ganhou maior eficiência nas entregas e coletas, controle total da equipe em campo, maior agilidade na tomada de decisão, redução de custos operacionais e maior transparência do processo para os clientes. Além da captação dos feedbacks dos clientes, por meio da pesquisa de satisfação, possibilitando a melhoria contínua dos processos. 

A empresa ainda destacou a importância em conseguir obter uma organização maior da operação. Para o Otávio Shiroma, ter uma visão completa do processo de entregas e coletas permite saber o andamento do processo. Além disso, quando é preciso reprogramar a rota ou adaptar por conta de imprevistos – horário de atendimento do cliente ou problemas no trânsito – o sistema faz esses ajustes facilmente criando uma nova rota otimizada. 

Outra facilidade que a plataforma proporciona é programar as entregas e coletas com restrições – prazo de entrega e por regiões de São Paulo – adaptar ao horário dos diversos clientes é fundamental, isso cria uma rota mais eficiente e assertiva. Assim, a frota não fica parada em um determinado local, isso ajuda a reduzir os custos. Caso o cliente esteja na cidade de São Paulo, fazendo os pedidos até às 16h, entram no sistema e são entregues logo no dia seguinte.

Desta forma, os motoristas conseguem fazer outras entregas, diminuindo a necessidade de veículos em rota. Em resumo, diminui os gastos com combustível e aumenta a eficiência operacional

Como a Startup realiza entregas e coletas, o sistema consegue programar para ambas atividades. Na maioria das vezes, as rotas são realizadas ao mesmo tempo, otimizando o processo logístico da empresa. 

Para Otávio, a plataforma da Vuupt trouxe muitas soluções positivas para o processo logístico da Startup Brewing, como relatou:

“Os resultados foram diversos, após a implementação e o uso correto da ferramenta, conseguimos organizar as rotas melhor, programar as entregas com horário e os clientes recebem os links de rastreio para facilitar o recebimento. Além disso, conseguimos saber onde os nossos motoristas estão, eles também se sentem mais seguros, pois conseguimos localizar eles e saber se está tudo bem.”

Sobre a Vuupt

A Vuupt é uma logtech brasileira, fundada em 2015, especializada na gestão da última milha. Acreditamos que ao unir inteligência, inovação e tecnologia podemos solucionar problemas, aumentar a produtividade, otimizar recursos, reduzir falhas operacionais, e, sobretudo, conectar as empresas às tendências logísticas de seu segmento. 

Nós nascemos inspirados em modelos de negócios mais maduros e que provaram sua eficiência por todo o mundo. Para isso, criamos uma plataforma especialmente planejada para atender as necessidades de diferentes mercados, transformando a gestão de entregas e coletas em um processo simples, rápido e eficiente.

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